terça-feira, outubro 28, 2008
sexta-feira, outubro 24, 2008
Olhó passarinho!...
quinta-feira, outubro 23, 2008
quarta-feira, outubro 22, 2008
terça-feira, outubro 21, 2008
segunda-feira, outubro 20, 2008
sexta-feira, outubro 17, 2008
quarta-feira, outubro 08, 2008
segunda-feira, outubro 06, 2008
Selecção Nacional...
Sendo muito, mas mesmo muito, complicado arranjar jogadoras que ainda não tenham recorrido ao dopping, deixei passar duas ao controlo e apostei num meio-campo com sabor a morango.

Talvez a maior surpresa desta convocatória seja a titular da baliza mas, assim como o Carlos Queirós põe a jogar quem merece, só quem não tem bons olheiros é que ainda não reparou nesta excelente atleta. Venha o Mundial!

Talvez a maior surpresa desta convocatória seja a titular da baliza mas, assim como o Carlos Queirós põe a jogar quem merece, só quem não tem bons olheiros é que ainda não reparou nesta excelente atleta. Venha o Mundial!
sexta-feira, outubro 03, 2008
Dia do smile...

Fénix! Lembram-se de cada coisa...
Mas tudo bem, 'bora lá alinhar. Vamos todos andar de sorrisos rasgados, mesmo que sejam sorrisos amarelos ou de outra etnia qualquer. Vamos todos gargalhar a bandeiras despregadas, confraternizar com amigos e desconhecidos, dizer piadolas de circunstância ("...vai daí, mudei o nome do ficheiro e deu-me erro! HAHAHAHAHAH!..."), vamos abrir os braços para o céu e gritar de alegria, vamos cantar de mãos dadas com toda a gente, vamos saltar sobre os carros no trânsito e partir a moca a rir, vamos beber muita frize (ui, o poder da pub), vamos curtir e vamos ser felizes que isto é tudo muita giro, IUUUUPPIIIIIIII!..... Até amanhã! Mas se tivermos sorte, amanhã talvez seja o dia da ressaca...!
quinta-feira, outubro 02, 2008
Uefa Cup...
Como o Benfas não participa este ano na Champions (por culpa de algum árbitro corrupto ou de alguma baliza movediça... nunca por culpa do glorioso!), acho mais do que justo criar também uma equipa para participação na Taça Uefa, com a qual o Benfas teria todo o prazer em jogar! Cá está:

E aproxima-se a convocatória para a Selecção Nacional...

E aproxima-se a convocatória para a Selecção Nacional...
quarta-feira, outubro 01, 2008
Exercício...
Sei que já falei deste assunto, mas apetece-me falar outra vez.
Preciso de fazer exercício mas não sei o que fazer. Os health clubs são caros e não consigo escolher qual a modalidade certa, qual o horário adequado, qual o ginásio mais perto (de casa, do trabalho...?). Para além disso, não me apetece ir sozinho para um ginásio qualquer porque já sei que vou andar perdido e vou abrir portas que não devo, fazer coisas que não posso e, basicamente, ser totó.
Sendo assim, por convite de um Anão, decidi ser um cromo da bola. Mas claro que, de todas as posições que poderia escolher para jogar, o meu talento só dá para aquela que mais ajuda a malhar o corpo, esta:

Paradinho. Quietinho. Breves momentos de acção. Tocam-me, é falta. O que conta é o instinto. E já agora, também podem mandar vir um copinho de tinto...
O que vale é que vou fazendo umas flexões, uns abdominais e uns alongamentos sempre que é canto na baliza contrária ou quando é golo, seja para me castigar ou para festejar. Ah, e também corro... para ir buscar a bola atrás da baliza. Nada mau.
Resultado: dedos inchados, ombros doridos e barriga constante.
Prós: Faço desporto ao ar livre (agora com o início da época das chuvas pode deixar de ser positivo), em equipa (puxa por mim) e posso berrar as asneiras todas que me apetecer.
Contras: Posso levar boladas em sítios delicados.
Prognóstico: Enquanto tiver a confiança do mister vou tentar ser o melhor recurso para esta posição, ajudar a equipa e, quem sabe, passar de um abdominal para um six-pack... nem que seja de jolas (para mim, bohemia)!
Preciso de fazer exercício mas não sei o que fazer. Os health clubs são caros e não consigo escolher qual a modalidade certa, qual o horário adequado, qual o ginásio mais perto (de casa, do trabalho...?). Para além disso, não me apetece ir sozinho para um ginásio qualquer porque já sei que vou andar perdido e vou abrir portas que não devo, fazer coisas que não posso e, basicamente, ser totó.
Sendo assim, por convite de um Anão, decidi ser um cromo da bola. Mas claro que, de todas as posições que poderia escolher para jogar, o meu talento só dá para aquela que mais ajuda a malhar o corpo, esta:

Paradinho. Quietinho. Breves momentos de acção. Tocam-me, é falta. O que conta é o instinto. E já agora, também podem mandar vir um copinho de tinto...
O que vale é que vou fazendo umas flexões, uns abdominais e uns alongamentos sempre que é canto na baliza contrária ou quando é golo, seja para me castigar ou para festejar. Ah, e também corro... para ir buscar a bola atrás da baliza. Nada mau.
Resultado: dedos inchados, ombros doridos e barriga constante.
Prós: Faço desporto ao ar livre (agora com o início da época das chuvas pode deixar de ser positivo), em equipa (puxa por mim) e posso berrar as asneiras todas que me apetecer.
Contras: Posso levar boladas em sítios delicados.
Prognóstico: Enquanto tiver a confiança do mister vou tentar ser o melhor recurso para esta posição, ajudar a equipa e, quem sabe, passar de um abdominal para um six-pack... nem que seja de jolas (para mim, bohemia)!
terça-feira, setembro 30, 2008
segunda-feira, setembro 29, 2008
Lá em cima...

"For small creatures such as we, the vastness is bearable only through love."
Carl Sagan
Grande Carl Sagan! Cientista, astrónomo, considerado por muitos o maior divulgador do conhecimento científico que o mundo já conheceu. Criador de "Cosmos" (livro e série de televisão), escreveu também o romance de ficção científica "Contacto". Um livro que apenas comecei a ler, sem nunca acabar, mas que me marcou para sempre por falar da ciência humana, do nosso "cosmos", em vez de discorrer sobre conceitos abstractos do universo. Tendo visto o filme (sim, aquele com a Jodie Foster) pouco tempo antes de ler o livro, a minha mente adolescente não conseguiu ter a serenidade suficiente para reler a mesma história. Mas as breves páginas que tive o prazer de ler, chegaram para mudar a minha vida.
Sempre que posso volto ao universo de Carl Sagan porque é lá que se encontram as mais belas estrelas...
sexta-feira, setembro 26, 2008
quinta-feira, setembro 25, 2008
quarta-feira, setembro 24, 2008
Vou voltar ao passado...

Resposta à pergunta "I'd like to know if it's possible to pitch a movie script to a major adult movie company, what is the best aproach method, what are the producers looking for in a script and if it's easy to cash the thing?":
The most important thing in Adult Films today is the sex sex...not the story line. Scripts have not been used in actual Adult Film production sense the late '70s. Ever wonder why the dialog in porn films always sounds so corny? It's because we literally make it up as we go along. The closest thing you will ever see to a script on a set this day and time is a few notes scribbled on a clipboard somewhere.
Jim Boyd (allexpersts.com)
sexta-feira, setembro 19, 2008
quinta-feira, setembro 18, 2008
Afinal existe...
Criados pela Cambridge Women's Pornography Cooperative.
Sublime!

Porn for Women -- Prepare to enter a fantasy world. A world where clothes get folded just so, delicious dinners await, and flatulence is just not that funny. Give the fairer sex what they really want—beautiful PG photos of hunky men cooking, listening, asking for directions, accompanied by steamy captions: "I love a clean house!" or "As long as I have two legs to walk on, you'll never take out the trash." Now this is porn that will leave women begging for more!
The Cambridge Women's Pornography Cooperative asked women, young, old, rich, and poor, "What really, really gets you hot?" Armed with their findings, they worked day and night to create Porn for Women. Susan Anderson is a Los Angeles-based photographer who believes the future of porn shouldn't be in the hands of men alone.

Porn for New Moms -- Hot on the heels of last year's runaway success, Porn for Women, the female pornographers from Cambridge are now tackling the fantasies of new mothers. What really turns them on? The CWPC locked themselves in the lab for months to find out. And the results are in this scientifically proven, steamy photo collection of hunky guys doing exactly what new mothers want. Prepare to enter a fantasy world, a world where men insist on changing diapers, where guys get up for 3 a.m. feedings, and where they just can't help but admire mom's sexy all-sweatpants wardrobe. Page after page of titillating shots and dream-worthy captions will make every mother swoon. In fact, it might just leave her begging for more. . . . Oh, daddy!
Despite countless interview requests, members of the Cambridge Women's Pornography Cooperative remain anonymous. Encouraged by the positive reception Porn for Women received, the group continues its heartfelt mission to redefine pornography.
Podem comprá-los através da Amazon.com ou aqui.
Sublime!

Porn for Women -- Prepare to enter a fantasy world. A world where clothes get folded just so, delicious dinners await, and flatulence is just not that funny. Give the fairer sex what they really want—beautiful PG photos of hunky men cooking, listening, asking for directions, accompanied by steamy captions: "I love a clean house!" or "As long as I have two legs to walk on, you'll never take out the trash." Now this is porn that will leave women begging for more!
The Cambridge Women's Pornography Cooperative asked women, young, old, rich, and poor, "What really, really gets you hot?" Armed with their findings, they worked day and night to create Porn for Women. Susan Anderson is a Los Angeles-based photographer who believes the future of porn shouldn't be in the hands of men alone.

Porn for New Moms -- Hot on the heels of last year's runaway success, Porn for Women, the female pornographers from Cambridge are now tackling the fantasies of new mothers. What really turns them on? The CWPC locked themselves in the lab for months to find out. And the results are in this scientifically proven, steamy photo collection of hunky guys doing exactly what new mothers want. Prepare to enter a fantasy world, a world where men insist on changing diapers, where guys get up for 3 a.m. feedings, and where they just can't help but admire mom's sexy all-sweatpants wardrobe. Page after page of titillating shots and dream-worthy captions will make every mother swoon. In fact, it might just leave her begging for more. . . . Oh, daddy!
Despite countless interview requests, members of the Cambridge Women's Pornography Cooperative remain anonymous. Encouraged by the positive reception Porn for Women received, the group continues its heartfelt mission to redefine pornography.
Podem comprá-los através da Amazon.com ou aqui.
quarta-feira, setembro 17, 2008
segunda-feira, setembro 15, 2008
Last man standing...
Se não houvesse homens no mundo, as mulheres seriam mais felizes?

E se só houvesse um?



Uma última questão que lanço para as estrelas....

Este é, sem dúvida, um dos meus livros preferidos de sempre. Sim, é uma visão particular. Sim, é a visão de um homem. Sim, é em BD. Mas mais do que tudo isso, é uma reflexão sobre o ser humano, sobre o desequilíbrio e a complementaridade das espécies. É uma reflexão existencial sobre a inexistência. É, acima de tudo, um exercício profundo sobre a vida.
E não, não seria o Paraíso se fossemos o último homem à face da Terra!
Leiam... se tiverem coragem.

E se só houvesse um?



Uma última questão que lanço para as estrelas....

Este é, sem dúvida, um dos meus livros preferidos de sempre. Sim, é uma visão particular. Sim, é a visão de um homem. Sim, é em BD. Mas mais do que tudo isso, é uma reflexão sobre o ser humano, sobre o desequilíbrio e a complementaridade das espécies. É uma reflexão existencial sobre a inexistência. É, acima de tudo, um exercício profundo sobre a vida.
E não, não seria o Paraíso se fossemos o último homem à face da Terra!
Leiam... se tiverem coragem.
quarta-feira, setembro 10, 2008
Fiquei de gatas...
Ainda se conseguem contar histórias inocentes.
Uma ode à beleza feminina (onde não poderia faltar este exemplar), a magia do sonho e da fantasia, a sensualidade, que torna tudo mais sublime, e a comédia que vai do simples olhar à fenomenal presença do maior cromo do cinema, a seguir ao Napoleon Dinamite: o empregado do supermercado que é "mestre" de kung fu.
Nice!
terça-feira, setembro 09, 2008
terça-feira, setembro 02, 2008
Aprende-se tanto com uma canção...
sexta-feira, agosto 29, 2008
O passo seguinte...
O que têm estas personagens em comum?



Em resposta à little star, depois de ver o último Hellboy, retive uma questão: O que faz um homem querer voltar a viver?...
Podia deixar o assunto por aqui... mas apetece-me reflectir mais um pouco.
A questão do medo está a ganhar uma dimensão absurda. A ideia de família está a ser completamente deturpada pela necessidade tónhó de sermos jovens para sempre. Toda a gente quer ser livre, toda a gente quer ser independente, mas toda a gente é filho(a) de alguém. Ou seja, todos nós demos trabalho a alguém para estarmos aqui e ninguém quer ter o mesmo trabalho porque dói muito, custa muito dinheiro, já não se pode sair à noite, perdem-se os amigos, cai-nos a pila ou as mamas, tornamo-nos vegetais e por fim, sempre com muito medo dos monstros que trouxemos ao mundo, temos a coragem heróica de nos suicidarmos.
Esta visão medrosa de algo que é natural aos seres vivos(!), está a criar sociedades envelhecidas, com grandes saltos de gerações, famílias disfuncionais (porque quanto mais velhos, menos paciência têm para aturar os mais novos), um futuro de pessoas sós (resultado de casais que, por estarem tão habituados a ter uma vida de rambóia, não conseguem superar a presença de uma terceira pessoa no seu núcleo e desistem um do outro deixando, na maior parte das vezes, os filhos à responsabilidade das mães, que depois são umas valentes/coitadinhas por conseguirem sobreviver sozinhas com um filho nos braços), pessoas sem alguém para partilhar as suas memórias (porque tudo é vivido no momento), idosos à base de viagra e idosas com corpos turbinados mas com disfunções psicológicas profundas, mais depressão, menos relações e menos partilha de sentimentos. Aliás, duvido que num futuro próximo ainda alguém acredite em sentimentos, já que não se podem comprar, não se podem vestir, não se podem comer, nem sequer se podem ver. Ter sentimentos vai passar a ser brega.
Apesar de estar aqui com este discurso, assumo que ainda não me sinto preparado para dar o passo que estes super-heróis deram, mas acho que a definição de coragem é mesmo essa. Ir à luta. Não desistir. Sabemos que não vai ser fácil mas ainda assim seguimos em frente pelo meio das lâminas rotativas, do kriptonite e das hipóteses impossíveis. Podemos não fazer muitas mais escavações em túmulos assombrados, podemos não fazer tantos salvamentos de boings 747, podemos não enfrentar tantos exércitos magalómenos... mas podemos criar uma nova geração de heróis, uma nova equipa de indivíduos brilhantes. E se isso não acontecer, se criarmos um mutante disforme com instintos assassinos, sempre é melhor termos um vilão do nosso lado do que contra nós.
Por tudo isto, a minha resposta à pergunta do filme é: A esperança num futuro melhor.



Em resposta à little star, depois de ver o último Hellboy, retive uma questão: O que faz um homem querer voltar a viver?...
Podia deixar o assunto por aqui... mas apetece-me reflectir mais um pouco.
A questão do medo está a ganhar uma dimensão absurda. A ideia de família está a ser completamente deturpada pela necessidade tónhó de sermos jovens para sempre. Toda a gente quer ser livre, toda a gente quer ser independente, mas toda a gente é filho(a) de alguém. Ou seja, todos nós demos trabalho a alguém para estarmos aqui e ninguém quer ter o mesmo trabalho porque dói muito, custa muito dinheiro, já não se pode sair à noite, perdem-se os amigos, cai-nos a pila ou as mamas, tornamo-nos vegetais e por fim, sempre com muito medo dos monstros que trouxemos ao mundo, temos a coragem heróica de nos suicidarmos.
Esta visão medrosa de algo que é natural aos seres vivos(!), está a criar sociedades envelhecidas, com grandes saltos de gerações, famílias disfuncionais (porque quanto mais velhos, menos paciência têm para aturar os mais novos), um futuro de pessoas sós (resultado de casais que, por estarem tão habituados a ter uma vida de rambóia, não conseguem superar a presença de uma terceira pessoa no seu núcleo e desistem um do outro deixando, na maior parte das vezes, os filhos à responsabilidade das mães, que depois são umas valentes/coitadinhas por conseguirem sobreviver sozinhas com um filho nos braços), pessoas sem alguém para partilhar as suas memórias (porque tudo é vivido no momento), idosos à base de viagra e idosas com corpos turbinados mas com disfunções psicológicas profundas, mais depressão, menos relações e menos partilha de sentimentos. Aliás, duvido que num futuro próximo ainda alguém acredite em sentimentos, já que não se podem comprar, não se podem vestir, não se podem comer, nem sequer se podem ver. Ter sentimentos vai passar a ser brega.
Apesar de estar aqui com este discurso, assumo que ainda não me sinto preparado para dar o passo que estes super-heróis deram, mas acho que a definição de coragem é mesmo essa. Ir à luta. Não desistir. Sabemos que não vai ser fácil mas ainda assim seguimos em frente pelo meio das lâminas rotativas, do kriptonite e das hipóteses impossíveis. Podemos não fazer muitas mais escavações em túmulos assombrados, podemos não fazer tantos salvamentos de boings 747, podemos não enfrentar tantos exércitos magalómenos... mas podemos criar uma nova geração de heróis, uma nova equipa de indivíduos brilhantes. E se isso não acontecer, se criarmos um mutante disforme com instintos assassinos, sempre é melhor termos um vilão do nosso lado do que contra nós.
Por tudo isto, a minha resposta à pergunta do filme é: A esperança num futuro melhor.
quarta-feira, agosto 27, 2008
sexta-feira, agosto 22, 2008
quinta-feira, agosto 21, 2008
Já percebi porque é que estou sem ideias...
... porque fugiram todas para aqui!

O que dizer? Mais um grande filme de animação da casa do candeeiro saltitão. Mais uma história apaixonante. Mais personagens que nos inspiram. Poucos diálogos. Muito trabalho de ourives no processo de animação. Um método de realização inovador (tipo reporter de guerra, principalmente nas cenas passadas na Terra). E mais um filme que vou ter inevitavelmente de comprar para, um dia mais tarde, mostrar aos meus filhos.
Houve momentos em que voltei a sentir as mesmas emoções de quando vi o E.T. pela primeira vez. Aliás, as parecenças fisionómicas são evidentes.
No mínimo, inesquecível.

O que dizer? Mais um grande filme de animação da casa do candeeiro saltitão. Mais uma história apaixonante. Mais personagens que nos inspiram. Poucos diálogos. Muito trabalho de ourives no processo de animação. Um método de realização inovador (tipo reporter de guerra, principalmente nas cenas passadas na Terra). E mais um filme que vou ter inevitavelmente de comprar para, um dia mais tarde, mostrar aos meus filhos.
Houve momentos em que voltei a sentir as mesmas emoções de quando vi o E.T. pela primeira vez. Aliás, as parecenças fisionómicas são evidentes.
No mínimo, inesquecível.
terça-feira, agosto 19, 2008
Ignição...

Preciso de escrever. Não posso pensar. Escreve. Escreve. Escreve. O tempo passa mais depressa se eu continuar a escrever. Palavra atrás de palavra. Estou sem ideias. Estou sem palavras. Preciso de estimular o cérebro. Preciso de imaginar. Imagina. Imagina. Imagina. Uma estória, um conto, um piropo, qualquer coisa. Uma ideia. Uma simples ideia. Algo que possas contar a alguém. Algo que seja belo. Esquece. Não precisa de ser belo. Isso, contradiz-te a ti mesmo. Vai pela contradição. Mas contradizer o quê? Ainda não disse nada. Não faz mal. Sê do contra. Ser do contra dá boas ideias. Não. Não consigo. Contradizer o nada é chegar ao nada mais depressa. O meu cérebro parece adormecido. Preciso de novas inspirações. Preciso de me identificar com o que faço. Preciso de um rumo. Preciso de ter um objectivo. Preciso de um ponto de partida. Preciso de puxar por mim. Preciso de me aventurar. Preciso de arriscar. Preciso de ter coragem para ter o que preciso. Preciso de viver mais, ler mais, ver mais, fazer mais, querer mais. Preciso de ser mais. Estou-me a tornar num clichê. Num tuga contaminado pela tuguice. Num mal falante, irritadiço, queixinhas, pessimista, ignóbil, número insignificante, projecto de trabalhador precário, com lugar marcado nas filas do posto de saúde e nos balcões da segurança social. Num velho barbudo que fala no jornal das oito contra tudo e todos. Num verme que faz mais por não fazer. Num típico comodista que nada faz e tudo diz. Num poço sem fundo de intenções por cumprir. Num idealista que sonha com algo brilhante mas que se contenta com a palmadinha nas costas. Não posso deixar-me cair nesta armadilha. Nesta vidinha. Nesta almofada de penas. Sou alérgico às penas. Tenho de espirrar. Tenho de espirrar. Tenho de espirrar. Tenho de cuspir este veneno que me paralisa. Tenho de me activar. Tenho de acreditar naquilo que faço. Acreditar. Crer. Querer. Estou a ficar para trás. Isso é que não. Isso é que não...
Imagem: EDIE HARPER "Crazy Cat/Crazy Quilt"
segunda-feira, agosto 18, 2008
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