sexta-feira, agosto 22, 2008

quinta-feira, agosto 21, 2008

Já percebi porque é que estou sem ideias...

... porque fugiram todas para aqui!

O que dizer? Mais um grande filme de animação da casa do candeeiro saltitão. Mais uma história apaixonante. Mais personagens que nos inspiram. Poucos diálogos. Muito trabalho de ourives no processo de animação. Um método de realização inovador (tipo reporter de guerra, principalmente nas cenas passadas na Terra). E mais um filme que vou ter inevitavelmente de comprar para, um dia mais tarde, mostrar aos meus filhos.
Houve momentos em que voltei a sentir as mesmas emoções de quando vi o E.T. pela primeira vez. Aliás, as parecenças fisionómicas são evidentes.
No mínimo, inesquecível.

terça-feira, agosto 19, 2008

Ignição...


Preciso de escrever. Não posso pensar. Escreve. Escreve. Escreve. O tempo passa mais depressa se eu continuar a escrever. Palavra atrás de palavra. Estou sem ideias. Estou sem palavras. Preciso de estimular o cérebro. Preciso de imaginar. Imagina. Imagina. Imagina. Uma estória, um conto, um piropo, qualquer coisa. Uma ideia. Uma simples ideia. Algo que possas contar a alguém. Algo que seja belo. Esquece. Não precisa de ser belo. Isso, contradiz-te a ti mesmo. Vai pela contradição. Mas contradizer o quê? Ainda não disse nada. Não faz mal. Sê do contra. Ser do contra dá boas ideias. Não. Não consigo. Contradizer o nada é chegar ao nada mais depressa. O meu cérebro parece adormecido. Preciso de novas inspirações. Preciso de me identificar com o que faço. Preciso de um rumo. Preciso de ter um objectivo. Preciso de um ponto de partida. Preciso de puxar por mim. Preciso de me aventurar. Preciso de arriscar. Preciso de ter coragem para ter o que preciso. Preciso de viver mais, ler mais, ver mais, fazer mais, querer mais. Preciso de ser mais. Estou-me a tornar num clichê. Num tuga contaminado pela tuguice. Num mal falante, irritadiço, queixinhas, pessimista, ignóbil, número insignificante, projecto de trabalhador precário, com lugar marcado nas filas do posto de saúde e nos balcões da segurança social. Num velho barbudo que fala no jornal das oito contra tudo e todos. Num verme que faz mais por não fazer. Num típico comodista que nada faz e tudo diz. Num poço sem fundo de intenções por cumprir. Num idealista que sonha com algo brilhante mas que se contenta com a palmadinha nas costas. Não posso deixar-me cair nesta armadilha. Nesta vidinha. Nesta almofada de penas. Sou alérgico às penas. Tenho de espirrar. Tenho de espirrar. Tenho de espirrar. Tenho de cuspir este veneno que me paralisa. Tenho de me activar. Tenho de acreditar naquilo que faço. Acreditar. Crer. Querer. Estou a ficar para trás. Isso é que não. Isso é que não...

Imagem: EDIE HARPER "Crazy Cat/Crazy Quilt"

segunda-feira, agosto 18, 2008

Obrigado...


Legenda (na pedra maior): EQUIPA 08
Praia de Odeceixe


quinta-feira, julho 31, 2008

Hehe...heh...heihhe...heoh...


HAhAHhhahHEhhehohaHihHOaHOhaheihiahoha...... férias...

quarta-feira, julho 30, 2008

Contratações...

Cheio de "ganas", o Benfas não pára de contratar. Pouco a pouco, flor a flor, vamos angariando gente suficiente para organizar uma mini-maratona (ou um bike tour) na ponte sobre o Tejo. Com este andamento, seremos mais do que 6 milhões... dentro do campo!
Mas sendo o Quique, um gajo que se esforça mais por ter um bronzeado homogéneo do que ter uma equipa homogénea, não iria demorar muito até ele cuidar daquilo que é realmente importante numa equipa de futebol de alta competição: o balneário.
Aqui fica a sua última contratação.

segunda-feira, julho 28, 2008

Não é joke nenhuma...

Depois de uma semana difícil, a questão impunha-se:

Mas depois de ver este filme, a seriedade transformou-se em emoção, espanto, assombro e finalmente, admiração.
Não é só hype. O Ledger merece mesmo o óscar! Fdx, merece dois ou três, tal é a esquizofrenia. Sabem quando nos dizem que algo vai ser bom e depois é ainda melhor? Foi isso mesmo. E não soube a pouco. Foram quase três horas (com intervalo pelo meio) de intensidade, densidade, complexidade e cinema de super-heróis e super-vilões sem necessidade de super-efeitos especiais. O maior efeito especial é, sem dúvida, o argumento.
Este é o novo líder na minha tabela de filmes baseados em BDs.
Numa palavra (repetida): Intenso! Intenso! Intenso!

*sorry little star...

sexta-feira, julho 25, 2008

Outstanding friday...

Mesmo não sendo, vou tentar que seja...

quinta-feira, julho 24, 2008

quarta-feira, julho 23, 2008

Fucking wednesday...

Go to keep my cool. Go to keep it together...

terça-feira, julho 22, 2008

Damn tuesday...

Eu vou conseguir... eu vou conseguir...

segunda-feira, julho 21, 2008

Bloody monday...

Hoje sinto-me assim...

quinta-feira, julho 17, 2008

Por uma boa causa...


A t-shirt ambientalista... para quando está um calor do caralho! (perdoem o meu francês...)

segunda-feira, julho 14, 2008

Kung Fu Panda...


"Yesterday is History. Tomorrow is a mistery. Today is a gift... that's why it's called Present!" - Master Oogway
Este fim-de-semana levei tareias de vária ordem...

sexta-feira, julho 11, 2008

Ontem... no Optimus Alive!

Isto...

(gogol bordelo - momento alto: sequência alucinante em que partiu a corda de uma viola, atirou a viola ao chão, e seguidamente partiu a corda da segunda viola, continuando a tocar, com a corda partida pendurada. Ah, cigano!)
+ isto...

(the hives - momento alto: o vocalista prometeu foder dois gajos que estavam na plateia depois do concerto. Depois de o ver a mandar beijinhos para o ar, ninguém duvidou!)
+ isto...

(rage against the machine - momento alto: música dedicada a José Saramago, "nascido em Portugal mas agora um cidadão do mundo". Saramago, o Ché português?)
+ isto...

(6 horas de moches - momento alto: as miúdas que foram à luta. E giras!)
= a isto...

(fdx - não se vê, mas estou com um sorriso nos lábios. Grande noitada!)

quarta-feira, julho 09, 2008

Entre os postes...


Enfim, ando a fazer "desporto".
Mais ou menos como os vidros dianteiros dos carros fazem desporto com os mosquitos nas auto-estradas, tal como as carnes ossadas fazem desporto com os cutelos nos balcões dos talhos ou assim como as paredes fazem desporto com as camas de madeira bambuleantes nas casas antigas.
Basicamente, levo com bojardas em várias partes do corpo.
Até agora: 1 dedo partido.
Nada mau.

terça-feira, julho 08, 2008

O leão de Saias...


"mas": não é por rugires que te tornas leão...

segunda-feira, julho 07, 2008

Tell your weekend to stop staring at my eyes...


“A faculdade de granjear amizades é de longe a mais eminente entre todas aquelas que contribuem para a sabedoria da felicidade.” – Epicuro, filósofo grego

quinta-feira, julho 03, 2008

Palavras para quê?


Tive todo o gosto em assistir a esta performativa!...

terça-feira, julho 01, 2008

Incredible green... shit!


Ontem fui ver o novo filme do Hulk. (ok, acabei de perder todo o sex appeal que me restava...)
Saí com uma opinião: o filme, que não se chama “Hulk 2”, “Hulk Regressa” ou “Hulk Vai Lavar As Mãos Que o Jantar Está Na Mesa”, foi feito por causa dos últimos 2/3 minutos. Ponto final. Quase duas horas de filme porque alguém se lembrou de um diálogo com 4 frases que, a intenção, é antecipar outro(s) filme(s). Diga-se que, se o filme fosse bom, os últimos 2/3 minutos teriam provocado um orgasmo precoce a qualquer geek enfezado que estivesse já um pouco triste por perceber que o filme estava perto do fim. Mas como o filme foi uma green shit, digamos que aquele momento final foi como um orgasmo sem ejaculação (para os menos informados, isto existe!).
A minha reacção negativa a este filme baseia-se muito naquilo que senti em relação ao anterior, realizado pelo Ang Lee. Esse filme, um dos melhores filmes baseados em banda-desenhada de sempre(!), explorava a essência de um personagem que, basicamente, sofre do síndroma Dr. Jekyll and Mr. Hyde (aliás, foi essa a inspiração por detrás da criação do Hulk nos anos 60) mas que é tão complexo e tão intenso ao nível das emoções que o atormentam, que acaba por ser um monstro que realça, sobretudo, a dificuldade de se ser humano. Para além disso, o filme inovava em termos de realização (inspirada nas mutações radioactivas, inerentes ao personagem principal), storytelling (com várias imagens em simultâneo no ecrã, tipo 24h), na ligação entre planos e cenas e, principalmente, na tentativa de mostrar uma realidade credível, ainda que dentro do género. Algo como o que também foi conseguido recentemente com o filme do Homem de Ferro.
Este novo filme, para além de não trazer nada de novo (a não ser o “cameo” da brasileira mais formidável do actual panorama telenovelesco), é apenas mais um daqueles filmes de banda-desenhada que, quem não gosta de banda-desenhada, vai ver e diz: “Pois, por isso é que eu não gosto destes filmes. É só explosões, rugidos, violência gratuita, sequências intermináveis de lutas e perseguições sem conteúdo, um romance lamechas metido à pressão, sem mensagem nenhuma, etc, etc... Nunca mais venho contigo!” Por isso, até foi bom eu ter ido sozinho.

Nota: Dificilmente irei novamente aos cinemas do El Corte Inglês. Para além de ter pago mais por um pacote pequeno de pipocas e por uma bebida pequena do que pelo bilhete do cinema, consegui acabar com os meus mantimentos antes do filme começar, tal foi a quantidade de anúncios e previews de outros filmes. Goddamit!