terça-feira, fevereiro 23, 2010

Puff!...


E assim se fez mais um kitty!
Ontem, lá longe, nos países baixos, um casal de criativos gatos deu à luz a sua obra-prima.
Happy birthday, kitties!
Wish I was there...

segunda-feira, fevereiro 22, 2010

Lacinhos...


Senhor guarda, eu vou tentar explicar o que aconteceu.
Eles eram não mais que uma dúzia. Com idades compreendidas entre os 6 e os 14 anos. Rapazes e raparigas. Ninguém dava nada por eles. O que é certo é que me enfardaram um enxerto de pancadaria que já via tudo a preto e branco. Só me lembro que dois deles usavam uns laços branços. A menina loira e o puto com cara de osga. Mas não se deixe enganar pelas carinhas deles. Isto é coisa para fazer rebentar um guerra. Ainda por cima, ouvi dizer que o pai desses de lacinho branco era padre. Mas eles de santos não tinham nada. Raios os partam. O que fiz eu para merecer isto? Deve ser por ser gato preto...

quinta-feira, fevereiro 18, 2010

Devotos do prazer... adiado


Nova data. 6 de Março. O mesmo local.
Vejam aqui.

It's like looking in the mirror...


“I am a twenty-something, educated, intelligent young woman with a nice smile, by most accounts a pretty face, and a great ass. I have excellent manners and an extensive vocabulary. I got good grades in school and graduated from a reputable, venerable, old Catholic institution cum laude, and I've had a number of interesting worldly experience since then. I'm a hard worker, a good conversationalist, and a generally presentable person. I'm the kind of girl you could bring home to Mom and Dad.
So I guess it comes as a surprise when I tell people who don't know me—and many who do—that I write for porn magazines.”

Damn, girl…

quarta-feira, fevereiro 17, 2010

Lakes...


Algarve aguaceiro, com boas abertas...

sexta-feira, fevereiro 12, 2010

quinta-feira, fevereiro 11, 2010

Lembras-te?

De vez em quando lembro-me.

quarta-feira, fevereiro 10, 2010

Singelo...

Cada vez gosto mais de coisas singelas.
Esta letra é uma delas.

segunda-feira, fevereiro 08, 2010

Antichrist invictus...


A Mulher é a antítese de Cristo. Graças a Deus.
Lars Von Trier é a antítese da complacência. Graças ao senhor.

O senhor Nelson Mandela é o apogeu da complacência. Graças ao arco-íris.
Invictus é o apogeu da insipiência. Graças ao Clint.

Tanto no sexo blasfémico, como no desporto filantrópico... já vi melhor.

terça-feira, fevereiro 02, 2010

Improv... improve...

Durante vários anos, quando me projectava num futuro idílico, via-me como um actor. De comédia, sem dúvida. Por esta altura, se o meu sonho tivesse tomado proporções reais, estaria na fase em que já andaria com aquela petulância de, depois de fazer rir o grande público, querer tornar-me um actor sério, "a sério", como todos os actores de comédia portugueses.
Fui tendo algumas experiências em teatro. Primeiro como aprendiz de teatro "a sério", depois em núcleos de teatro amador e finalmente como participante em concursos de teatro/comédia de improvisação. Esta última aventura levou-me a dois sítios. Primeiro a Roma, quando ganhei um dos concursos, e depois a trabalhar com os Commedia a la Carte e a perceber que, na verdade, um actor não tem forma, tem apenas função. E a minha função, no caso de poder ter alguma, seria actor de improvisação. No circo seria o trapezista sem rede, na política seria o deputado sem texto, na televisão seria o apresentador de directos, num jantar de gala seria o gajo sem calças. Não seria actor de método, estudioso, compenetrado, com superstições, com truques ou com manhas. Seria um actor do desenrascanço, à antiga portuguesa. Porque só o improvável, o caos, o momentâneo daria espaço para o expressionismo absoluto, para o absurdo, para a criatividade pura e dura.
Vai daí, há uns dias fui ver isto ao vivo (com a participação do meu bom amigo Mário Bomba):

Num infeliz volte-face, chamaram-me ao palco para participar numa das improvisações dos Improváveis e o caruncho lá voltou a roer.
Damn it...

sexta-feira, janeiro 29, 2010

E à sexta, foi de vez...

Deixei de usar relógio por razões de segurança. Das últimas 2 vezes que fui assaltado, a pergunta que fizeram para me abordar foi: "Tens horas?" E eu, puto fixe, dizia que sim, olhava para o relógio, desviava a atenção e, de repente, já tinha um grupo à minha volta, numa das últimas vezes com uma faca apontada à barriga.
Deixei de usar relógio. Assim como deixei de usar bonés, ténis de marca, roupa de marca, ou qualquer outra coisa que chamasse a atenção, o que resultou num melhoramento substancial do meu estilo próprio e afastou qualquer tipo de interesse por parte de meliantes, já que toda a gente sabe que eles são, na verdade, uns betinhos de merda. Deixei até de andar com dinheiro nos bolsos e qualquer coisa que ostentasse algum valor.
Depurei-me de tantos acessórios que, a última vez que fui abordado, perguntaram-me: "Tens horas?". Eu: "Não". Ele: "Tens trocos?". Eu: "Não." Ele: "Fdx, também não tens nada." E eu senti-me feliz por não ter nada.
Lições de vida.
Vai daí, passados quase 10 anos desde o último evento social com bandidos, voltei a considerar ter um relógio. No entanto, olhando à minha volta, vejo as horas no telemóvel, no rádio do carro, no computador, no leitor de DVD (sim, sei acertar esses relógios), no relógio do quarto, da cozinha e até na casa de banho. Perguntei-me: para quê ter mais um relógio?
A resposta tinha de ser de outro mundo (e chegou hoje às minhas mãos):


A mais valia de ter um relógio no pulso é que não seja apenas um relógio.
Sim, sou geek, and proud of it!

quinta-feira, janeiro 28, 2010

quarta-feira, janeiro 27, 2010

terça-feira, janeiro 26, 2010

segunda-feira, janeiro 25, 2010

quarta-feira, janeiro 13, 2010

terça-feira, janeiro 12, 2010

Wild...


"Happiness isn't always the best way to be happy..."

segunda-feira, janeiro 11, 2010

Sheer luck...?


Obrigado Madonna, por seres quem és! Mais uns aninhos e tinhas destruído a carreira do realizador inglês mais refrescante e emocionante da última década!
Só um Guy Ritchie em grande forma e sem problemas existenciais na cabeça poderia transformar uma personagem clássica e totalmente bidimensional num homem em grande forma e com muitos problemas existenciais na cabeça. E conseguiu fazer isso não apenas com o personagem principal, mas também com o personagem "secundário". Só dois actores bem dirigidos poderiam parecer conhecer-se há séculos. Sherlock e Watson não podiam ser mais distintos e mais parecidos. Uma relação que ultrapassa a irmandade e que, por vezes, chega a resvalar para algo mais... íntimo. Mas mesmo isso encaixa como uma luva naquela realidade.
Desde ver Sherlock a ressacar por não ter casos para resolver, ao seu modus operandi durante uma luta, passando pela vontade irresistível de Watson em ajudar na resolução de um caso, até à magnífica cena das explosões, tudo contribui para que, no fim do filme, o público saia a desejar mais. E mais haverá! "Case reopen".
E tal como diz Sherlock, "a importância está sempre nos pormenores".

quarta-feira, janeiro 06, 2010

segunda-feira, janeiro 04, 2010

New me?...


Mais um ano passado noutro código postal. Começo a habituar-me.
Longe de casa as emoções são mais fortes. A falta de algo baralha-se com o potencial de tudo. A amizade, o amor, a saudade. Tudo em doze passas de um trago só e com um só desejo. Tudo com fogo de artifício de bolo de anos e estalinhos descomunais. Tudo com beijos, abraços e "knuckles" como só se dão a alguns. Tudo com horas no sofá debaixo da manta e jogos de tabuleiro que não interessa ganhar. Tudo com todos e todos com tudo. Pessoas que não vemos e que voltamos a ver. Dias de sol e dias de neve. O despertador do vizinho às sete da manhã de todos os dias de férias. A serra eléctrica na manhã do primeiro dia do ano. Umas férias de sonho com delírios espaciais. Um prazer que dá prazer repetir.
O passar do ano é apenas mais um dia, mas é o único dia do ano em que festejamos o que já passou ou, para os menos cépticos, o que está para vir.
O ano mudou mas o mundo não.
What about me?...