segunda-feira, janeiro 11, 2010

Sheer luck...?


Obrigado Madonna, por seres quem és! Mais uns aninhos e tinhas destruído a carreira do realizador inglês mais refrescante e emocionante da última década!
Só um Guy Ritchie em grande forma e sem problemas existenciais na cabeça poderia transformar uma personagem clássica e totalmente bidimensional num homem em grande forma e com muitos problemas existenciais na cabeça. E conseguiu fazer isso não apenas com o personagem principal, mas também com o personagem "secundário". Só dois actores bem dirigidos poderiam parecer conhecer-se há séculos. Sherlock e Watson não podiam ser mais distintos e mais parecidos. Uma relação que ultrapassa a irmandade e que, por vezes, chega a resvalar para algo mais... íntimo. Mas mesmo isso encaixa como uma luva naquela realidade.
Desde ver Sherlock a ressacar por não ter casos para resolver, ao seu modus operandi durante uma luta, passando pela vontade irresistível de Watson em ajudar na resolução de um caso, até à magnífica cena das explosões, tudo contribui para que, no fim do filme, o público saia a desejar mais. E mais haverá! "Case reopen".
E tal como diz Sherlock, "a importância está sempre nos pormenores".

1 comentário:

José Goulão disse...

tb adorei o filme. Aquele flash forward antes da luta está fabuloso, diálogos... tudo mesmo.

Abraço companheiro