terça-feira, dezembro 27, 2011

sexta-feira, dezembro 23, 2011

quinta-feira, dezembro 22, 2011

quarta-feira, dezembro 21, 2011

Tudo de bom...


[Verse 1: Game]Blood gang kill 'em all, Odd Future Wolf GangKidnap a vampire and drain all his f-ckin veinsWolf Grey Jordans, use his intestines for the stringsSnatch up Rihanna and throw her in front of a f-ckin' trainSniff a f-cking unemployment line of cocaineTie Lil B up to a full tank of propaneSwag, now watch him cook.. and just stand there and lookHave a bonfire with old Harry Potter booksMartians vs. Goblins, goons vs. the crooksAnd since me and Tune had Viacom shookI shoulda got a real-ass pirate to do the hookMaybe Jack Sparrow maybe Peter Pan's nemesisMy power's limitless like Blanco on Sega GenesisSuperhero, mad that Marvel overlooked meCause Spiderman and Hulk straight p-ssy!

[Hook - Lil Wayne]Bitch I'm a muthaf-ckin Martian (I'm a goddamn Goblin)Bitch I'm a muthaf-ckin Martian (I'm a goddamn Goblin)Muthaf-ckin Martian (to a goddamn Goblin)We are not the same, I am a Martian

[Verse 2: Tyler, The Creator]A year ago, I was poor, somewhatNow my future's brighter than Christopher's new haircutBruno Mars is still sucking dick and f-cking male buttsIn the same closet that Tyler Perry gets clothes fromI suck? Where the f-ckin Ring Pops?You got a better chance of getting a copy of DetoxWolfgang, we rock, crack rock and that shit was expectedLike Jayceon whenever he name-drop (F-ck you, Tyler)Jesus, motherf-cking TheresaThis nigga Game got Wolf Haley for this featureMy team is running shit like we have full-cleat AdidasGetting chased by the polices on a full bred CheetahBishop Eddie caught me tryna escapeBag full of drag and a Nicki Minaj mixtapeDragging all you fags to the back of the log cabinFall back like Lebron's hairline against the Mavericks, he lost

[Hook]

[Verse 3: Game]I do cause Tunechi always bless meHe killed me on my own track, so what? Not youF-ck you, I spit like I had kids with Erykah BaduI f-cked her on the day of that naked video shootI was sucking her p-ssy like it was wonton soupThen I hit Lebron's mom in bron-bron's coupeWith Delante West taping, we had bon-bons tooWith Cleveland cheerleaders, they had pom-poms tooI smacked them bitches wearing Bishop Don Juan's suit(Where was Snoop?) I don't know, probably doing what the Crips doBut when I'm with my uncle, f-ck it! Then I'm a Crip tooAnd I will Crip Weezy, Crip Jones, and Crip youNow I'm the Doggfather, walking with a Shih TzuMad that DC comics overlooked meCause Captain America's straight p-ssy

[Hook]

segunda-feira, dezembro 19, 2011

Life...

Malick, não sei se te hei de dar um abraço ou um par de estalos.
Não sei se te hei de dar um abraço pelos planos ou um par de estalos pela realização.
Não sei se te hei de dar um abraço pelo enredo ou um par de estalos pelo storytelling.
Não sei se te hei de dar um abraço pela direcção de actores ou um par de estalos pela manta de retalhos em que os envolveste.
Não sei se te hei de dar um abraço pela ousadia ou um par de estalos pelo delírio.
Não sei se te hei de dar um abraço pela temática ou um par de estalos pela forma como trataste o tema.
Não sei se te hei de dar um abraço pelo simbolismo ou um par de estalos pelo abstracionismo.
Não sei se te hei de dar um abraço pela estória ou um par de estalos pela história.
Não sei se te hei de dar um abraço pela obra de arte ou um par de estalos pelo filme.
Compreendo que o filme trata de um tema que não é facil de explicar. A "Árvore da Vida" (ou KABBALAH, como se designa o seu conhecimento na mística judaica) é uma visão do mundo e da vida de alguma complexibilidade, onde se mistura uma visão humanista com uma visão divina. Mas Malick, podias ter simplificado a coisa e não complicado ainda mais. Para mais informações, recomenda-se este texto: http://cabalamaconaria.blogspot.com/2009/04/imortalidade-e-arvore-da-vida.html.
Uma curiosidade: sendo eu um sintomático "abraceiro", como se viu pela crítica altamente acutilante a este filme, adquiri um puzzle que mais tarde emoldurei e pendurei na parede da minha minha casa. A obra de Klimt, "O Abraço".
Olho muitas vezes para este imagem e revejo-me naquele abraço. No entanto, eu já tinha conhecimento que esta imagem fazia parte de uma pintura maior. Aquelas ramificações continuam e existe uma outra personagem presente. O que eu não me recordava era do título da obra. E foi a pesquisar sobre o assunto deste filme que descobri: "A Árvore da Vida".

















(Cine XXI, 3ª sessão)

sexta-feira, dezembro 16, 2011

quinta-feira, dezembro 15, 2011

segunda-feira, dezembro 12, 2011

Última noite...

Quando um filme sobre traição é escrito e realizado por uma mulher, não há salvação para os felinos :P
Ideia a reter: uma mulher é capaz de acabar com o desejo do homem mesmo que ele queira muito... e é capaz de despertar o desejo do homem mesmo que ele e queira pouco.
(Cine XXI, 2ª sessão)

sexta-feira, dezembro 09, 2011

Gross...


É um filme perigoso. Sem dúvida. Enquanto obra cinematográfica não tem grande valor artístico. Esperava-se mais do realizador que criou obras como "Crash", "Spider", "eXistenZ" ou "Estern Promises". Mas sobrevoando a óbvia retração do realizador na criação da cortina, da forma, da embalagem, evidencia-se o conteúdo, as palavras, as ideias.
Antes de ser filme, "A Dangerous Method" foi livro e peça de teatro. Na maior parte das vezes, isto significa que, independentemente da forma, o conteúdo merece ser transcrito e entendido nas mais diversas formas de reconstrução artística. É um tema universal, que toca a todos, que faz pensar o público nos seus mais variados contextos.
Mas o que fez esta obra de ficção existir foi a descoberta da existência de uma nova realidade. A personagem representada pela Keira Knightley foi uma peça do puzzle descoberta à pouco tempo, quando se pensava que a relação de Jung com Freud era apenas de dois contrapontos. A intervenção desta mulher na vida destes dois psicoanalistas veio dar uma nova interpretação às suas respectivas teorias e experiências pessoais e é isso que o filme pretende mostrar. Mas se todo este enredo era bom, no filme torna-se ainda melhor com a intervenção cataclística de Otto Gross (Vincent Cassel), um psiquiatra psicótico que foi um dos primeiros responsáveis pela chamada "liberação sexual" no início do século. Ele levanta questões pertinentes ainda nos dias de hoje (tal como quase todas as matérias abordadas no filme), colocando em "check" uma das mentes mais brilhantes do século XX.
Daqueles filmes que não justificam uma ida ao cinema (vêem-se bem na tv), mas que me fez sair da sala com mais perguntas do que respostas. E isso é bom...

quarta-feira, dezembro 07, 2011

Em poucas palavras...


Passou no canal Hollywood. Gravei porque tinha Peter Sellers. Pela descrição parecia ser um daqueles filmes de começar a bocejar nos primeiros dois minutos. Revelou-se um filme surpreendente, com Sellers no seu melhor.
Quando não se sabe o que se há-de dizer, o melhor é não dizer...
(primeiro filme das sessões domingueiras de cinema no sofá)

segunda-feira, dezembro 05, 2011

Casablanca (ou quando Lisboa era o centro do mundo)...















Mais do que um grande filme, este é um filme importante. É um grande filme pela estória, mas é importante pela história. É grande pelo texto, mas é importante pelo contexto. É grande pelas imagens, mas é importante pelas mensagens. É grande pelo todo, mas é importante pelos detalhes.
"Casablanca" era um daqueles filmes que pairava há algum tempo na minha vida, comigo sempre a evitá-lo por causa do timming. Às vezes não me apetece ver filmes de época fora de época. Outras vezes é só isso que me apetece. Mas a maior parte do tempo, evito. Prefiro ver as épocas nas épocas e perceber em que contexto se insere determinada obra. No entanto, este é um filme sobre uma época, feito numa época diferente daquela a que se refere. E foi esta mnemónica que me levou a sucumbir à sua sedução.
À primeira vista era um filme para adormecer antes do genérico inicial acabar, mas provou-se o contrário. O ritmo das cenas e dos diálogos não deixa ninguém dormir. Logo no início, a contextualização do mundo em plena Segunda Guerra, quase que nos faz sentir que a qualquer momento a nossa casa pode ser sobrevoada por aviões aliados ou invasores. Se há filme que nos leva para lá do ecrã, este é um desses filmes. O argumento é brilhante. Não só por toda a construção narrativa, mas pelos diálogos que, curiosamente, só um canastrão como o Humphrey Bogart poderia dizer da forma que tais palavras exigiam.
Seco e sem entoação, as frases "à pintas" ficam bem até num homem de smoking. Quanto à Ingrid Bergman, era muito interessante, mas de certeza que estava longe de ser "a mulher mais bela que já alguma vez esteve em Casablanca", como o outro "pintas" do chefe da Polícia chega a dizer.
Mas outro detalhe que marca é a música. Esta:

Mas ainda melhor do que a música, é como ela se descontrói no próprio filme. É tocada 3 vezes e, consoante o momento, é tocada de 3 formas diferentes. É outra coisa magistral neste filme: há muito que se diz sem palavras. Daí o "play it again, Sam." Porque, como a vida ensina, again is never the same.
Quanto ao romance, achei que é a única coisa que acaba por ser prejudicada pelo ritmo do filme. Não dá tempo para sentir que a paixão seja tão arrebatadora como as palavras que a reflectem. O que faz com que a cena final perca um bocado da grandeza que merecia. Talvez aqui a época tenha pesado um pouco. Talvez na época o romance parecesse mais intenso.
Por fim, Lisboa. Quando actualmente vivemos numa época em que Lisboa é o lugar de onde devemos fugir, neste filme Lisboa é o lugar com que toda a gente sonha. Não como destino, claro, mas como um lugar onde todos os sonhos passam a ser possíveis. Todos dão tudo por chegar a Lisboa. Em Casablanca, Lisboa é o sonho real, apesar de, no sonho da memória, os amantes terem sempre Paris...

sexta-feira, dezembro 02, 2011

quarta-feira, novembro 30, 2011

segunda-feira, novembro 28, 2011

Jingle...

A música do momento com o artista do momento...

sexta-feira, novembro 25, 2011

O que é natural é bom...


Uma campanha da APCOR (Associação Portuguesa da Cortiça).

segunda-feira, novembro 21, 2011

Ás do volante...


First I was like: Cool!
Then I was like: FDX!!!
Impregnado de anos 80 por todo o lado, este filme tem todos os ingredientes essenciais para ser um filme de culto daqui a alguns anos. Excelente realização e interpretações, ganha pela brilhante utilização dos silêncios para dizer quase tudo. Calmo e rápido ao mesmo tempo, terno e duro, brando e selvagem, é bom ver de luzes apagadas para que a experiência seja ainda mais intensa (principalmente nas cenas de estrada).
Um filme que espera pelo inesperado.

quarta-feira, novembro 16, 2011

sexta-feira, novembro 11, 2011

Novos tugas...

Ando cada vez mais patriota. Não sei se é da crise ou se é de estar farto de perceber que nos outros países as pessoas lutam pela sua pátria, enquanto aqui ninguém quer saber de Portugal para nada. Em Portugal ser patriota é estar ligado ao passado, é quase igual a ser fascista ou nacionalista. Mesmo quando é necessário arregaçar as mangas e andar para a frente, muitos preferem culpar os outros ou emigrar. Mas isso é tudo merda! Cada vez tenho mais orgulho no que se faz por cá, nas pessoas que conheço, no talento português (que é diferente do resto do mundo), da nossa história, das nossas tradições, da nossa identidade.
Alguns exemplos da melhor música que se faz no mundo...















terça-feira, novembro 08, 2011

"Tantan" com tintins...

Na verdade, eu já desconfiava. Com o Spielberg e o Peter Jackson atrás do leme, confiava que este barco ia a bom porto. Eles prometiam um tipo de animação nunca antes visto e conseguiram deixar-me de queixo no chão. Prometeram respeitar o original (até lançaram uma versão em francês) e, quanto a mim, não só respeitaram como deram novo alento ao universo de Hergé. Prometeram uma grande aventura e deram uma aventura daquelas de contar a filhos, netos, bisnetos, trinetos e até a alguns sobrinhos, afilhados, enteados e mesmo a filhos bastardos.
O Capitão Haddock está de bradar aos céus (mais uma recriação genial de Andy Serkis - o senhor do Gollum e do King Kong), o Tintin está completamente credível e fiel e o Milu (é bom ouvir chamar "Milu" na versão francesa do que imaginar "Mailow" na versão inglesa), para além de estar muito bem animado, é parte fundamental para o desenrolar da acção e é dele a última imagem do filme.
Vi em 2D, mas há cenas que se calhar até merecem o 3D.
Atrevia-me mesmo a dizer que o filme engrandece o livro, fazendo passar muito melhor aqueles enormes diálogos com que Hergé tanto gostava de encher as páginas.
Recomenda-se!

sexta-feira, novembro 04, 2011

Do the revolution...

“I think one of the great sadness’s the fact that the very notion of obscenity is connected to sex instead of to violence. Why the most loving part of our nature and images related to that are considered obscene suggests very strongly that we have a very cockeyed view to what is really moral.” - Hugh Hefner

quinta-feira, outubro 27, 2011

segunda-feira, outubro 24, 2011

Life...

À medida que vou celebrando a vida nas suas mais diversas etapas e representações (o nascimento de uma filha, um aniversário...), penso cada vez mais na minha morte. Sem ser propositado, não deixa de ser inevitável. Penso cada vez mais na eventualidade do acidente, da doença repentina, do desaparecimento precoce. No momento em que a nossa presença se torna fundamental para alguém que depende de nós, começamos a interiorizar a verdadeira importância da nossa existência. O que aconteceria se eu morresse? Da mesma forma que pensamos na importância da existência daqueles que amamos e que nos rodeiam. O que aconteceria se alguém que nos faz falta desaparecesse? O que subsistiria? O que ficaria por dizer? Quantos segredos guardaríamos connosco? Quantas palavras? Quantos desejos? Quantas memórias? Percebo agora que não é só uma doença grave que nos faz valorizar mais a vida. É a vida em si. É a necessidade dos outros. É o medo de perdermos aquilo que mais amamos. É o medo de deixar uma história incompleta. É o medo de deixar alguém que conta com a nossa presença, com a nossa ajuda, com o nosso amor, com a nossa amizade, sem esse auxílio. Sem aviso. Sem opção.
Há poucos dias, num livro, li um diálogo em que duas personagens discutiam sobre como seria a melhor forma de viver a vida. Uma defendia que a vida devia ser vivida como se cada dia fosse o último. Isto é algo que muita gente defende, principalmente a juventude, imagine-se. Para além disso, esta é a mensagem predominante de quem tem uma doença terminal, como se viu no recente exemplo do António Feio.
Mas neste diálogo, a outra personagem refutava o argumento da primeira e defendia que a vida não devia ser vivida como se cada dia fosse o último porque... e se não fosse? E as consequências? E o que se poria em causa só com a justificação de concretizar uma última loucura, um último desejo?
Se pensarmos bem, se nos questionarmos sobre o que faríamos se hoje fosse o último dia das nossas vidas, muito provavelmente fariamos algo que nos arrependeríamos amanhã. Viver "como se não houvesse amanhã" é o mesmo que tentar viver como se não houvesse mais ninguém no mundo. Mas o amanhã existe e não, não estamos sozinhos no planeta. Por isso, teremos sempre de fazer escolhas. E saber fazê-las é uma arte que nem sempre nos assiste com o devido talento. As causas e os efeitos sucedem-se e têm de ser encarados com a naturalidade que o nosso carácter permitir. É um passo que se dá a seguir a outro. E assim se vai seguindo, como se o estarmos cá amanhã fosse uma certeza inexorável...

sexta-feira, outubro 07, 2011

Os tempos dos timmings...

Fiquei rendido. Era muita coisa boa para não gostar. Primeiro, a arte. Depois a história. Depois a estória. Depois o romance. Depois a fantasia. Depois a magia. E finalmente a cidade.
A arte é um mundo em si mesma. Um mundo paralelo onde se vivem outras vidas. A arte presta-se a tudo. A todas as interpretações, a todas as análises, a todas as perspectivas. Mas a arte é uma única coisa. Emoção. As técnicas diferem, vão e vêm, mas a emoção permanece. E quanto mais honesta for a emoção, mais extraordinária é a obra. Hemingway poderia ter dito algo parecido...
A obra de Woody Allen tem momentos em que a honestidade difere, o que faz com que alguns dos seus filmes se percam na memória e outros permaneçam. Este é daqueles que deverá permancer, pelo menos na minha memória. O tema tocou-me em vários pontos sensíveis e a conclusão levou-me a reflectir sobre diversas coisas. A própria viagem (não pelo espaço, mas pelo tempo), deixou-me tão enfeitiçado como deixou o personagem de Gil. Também ali estavam alguns dos meus heróis, das minhas referências, dos artistas que fizeram a minha história e que me fizeram apaixonar pela Arte. Também ali estava um desejo meu, de regressar ao tempo em que tudo parecia mais honesto, mais fervilhante, mais apaixonante. Mas, assim como me deixei enfeitiçar pela viagem, também aceitei o regresso ao presente. A ideia de que o passado faz-se de presentes e, tal como o bom português diz que "o que é bom é o que vem lá de fora", o Homem do presente também tende a achar que os bons tempos são os que já lá vão. E talvez o melhor esteja a acontecer aqui e agora.
São estas visões de um homem de 75 anos que tocam a pessoas de todas as idades. É esta universalidade que faz com que os melhores filmes de Woody Allen passem a fronteira do ecrã e entrem na nossa alma. Porque os seus filmes também têm timmings. E o filme certo no timming certo (seja o tempo do mundo, seja no tempo da nossa vida) podem fazer-nos pensar em todas as coisas que fizemos ou não no nosso timming certo.
À meia-noite em Paris (ou em Lisboa, ou noutra cidade do mundo) pode ser que o timming seja certo para muita gente. Pessoalmente, prefiro o lusco-fusco...

domingo, outubro 02, 2011

Oh, so that's how it's like being a father...

quarta-feira, setembro 21, 2011

sexta-feira, setembro 16, 2011

Cobertura...

Por falar em coisas que emocionam...

quinta-feira, setembro 15, 2011

Genius...

Tenho amigos que são verdadeiros génios. Não no sentido romântico de serem um pouco loucos e um pouco génios. Não. Muitos são um pouco génios e um pouco parvos. Outros são altamente loucos e ligeiramente génios. Outros são só, vá, extremamente atraentes. E ainda nem estou a incluir as amigas. O que é certo é que todos somos génios em alguma coisa, mas alguns têm mais aptidão para serem génios que outros.
E agora que já gastei toda a potencialidade que o adjectivo génio poderia ter, resta-me apresentar isto:
 
Queres casar comigo? from Rui Quinta on Vimeo.
O que é que acontece quando um gajo genial decide que "quer"?
Bem, se tudo correr bem, passa toda a gente a querer também... e não estamos a falar só em casar!
A pergunta é simples: "Queres?"
Mais info em http://www.ruiquinta.com/2011/09/queres-casar-comigo/
---
 By the way: a questão no post abaixo... totally bullshit!

terça-feira, setembro 13, 2011

Internacional...

Ando a desconfiar das novas funcionalidades do Blogger. Segundo as estatísticas, este blog é lido por pessoas nos E.U.A., Brasil, Bélgica, Alemanha, Holanda, Reino Unido... mas também Coreia do Sul, China, Ucrânia e Japão. E pelo que me é dado a entender, são visitas regulares, ou então podem ser várias pessoas desses países que vêm aqui parar por engano. Mas só por curiosidade, vou fazer um teste:
Hi there!
Yes, you have arrived at a blog written by a cat. A black cat, nevertheless. That means your might be out of luck or, if you just love all the kittens in the world, this might also not be the place you are looking for either. Here, cat's imagery is only used for astronomical boring things, like illustrating very boring textual content with pics of tired cats, cats contemplating the abyss, cats doing stupid stuff or cats just lying around naked human females. But if you're into naked human females, this might not be your golden sandbox either. Here the human nakedness is only used if it has some kind of humorous appeal, as an object of a somewhat artistic/platonic contemplation, or if it's, like, interacting with some cat. So, the only reason this blog has cats it's because they symbolize curiosity. And, as you might know, curiosity killed the cat (that's when the nine lives come in handy), hence the blog's subtitle of curiosity being the ultimate passion.
So, if you are here for all the wrong reasons, leave a comment stating that you feel misguided by Google or something. I'll make sure to pass your complaint to the big cat.
On the other paw, if you are here on purpose, in a mist of curiosity and nothing better to do, then you are very welcome! The only bummer aspect is that you might have perceived that this blog is all written in Portuguese. So if you are not Portuguese, hope you like the images :) But if you are a Portuguese hosted in another country, please leave a comment telling me from where you are and why are you reading this. If you are not Portuguese and you are still reading this, tell me where you're from as well. I would like to confirm that Blogger is not bullshiting me, by telling that this blog has readers from countries like South Korea, China (where cats are eaten :P), Ukraine and Japan. Because if this is true, I have to start having some international concerns, and start writing about the 1988's Olympic Games, Cat's recipes, pornstars and origami folding techniques. So, whoever you are, wherever you are, if you are not in Portugal, tell me where in the world are you, and what types of cats do you eat for breakfast. I promise I will not take that the wrong way :)
Cheers!

segunda-feira, setembro 12, 2011

Senhor(a) tradutor(a): "O amor é assim"?... Temos de conversar... Mas eu percebo, foste pela frase do cartaz.
O filme é bom. É uma daquelas semi-comédias, semi-dramáticas, semi-românticas, semi-existenciais, semi-tudo e semi-nada ao mesmo tempo. É uma manta de retalhos narrativa (ou, se preferirem, uma colagem artística de imagens) que saltita no tempo e revela as dificuldades das relações entre pais e filhos, homens e mulheres, pessoas e pessoas, e mesmo cães e pessoas. É daqueles filmes que, se se quiser perceber exactamente o que o realizador quis dizer com todos os simbolismos e todas as pequenas mensagens subliminares, tem de se ver mais do que uma vez. Por um lado é isso que dá longevidade aos filmes, mas por outro é mesmo preciso querer saber, porque o filme não é assim tão cativante. Boa banda sonora, momentos deliciosos (a personagem materna é de antologia), mas a cola que aglomera todos os pontos de interesse, não se colou a mim de forma permanente. Ainda assim, é daqueles filmes que dão horas de conversa para saber o que as outras pessoas entenderam e sentiram. Ou seja, é um bom filme para partilhar com alguém...

quinta-feira, setembro 08, 2011

Ah, a política...


Continuando na temática política, mas em jeito de macumba para afastar o mau olhado, sugiro este video.
São 20 minutos que servem apenas de comprovativo a uma ideia que tem tudo de vencedora, mas devo dizer que este video, mais do que o processo, captou a minha atenção pela sua finalidade.
Segundo o seu protagonista, o sr. Putin é um homem casado e extremamente ocupado, estando por isso impedido de satisfazer as vontades da sua líbido. Então este jovem resolveu apalpar o peito de 1000 russas e, logo a seguir, passar a “energia positiva acumulada” a Vladimir Putin com um aperto de mão.
Esta é, provavelmente, a melhor macumba de sempre. Mas o mais giro é que esta não é uma ideia de um tarado qualquer (até porque vê-se que tanto ele como elas se divertiram a concretizar esta acção). Esta é uma ideia que, apesar de divertida, tem um fundamento metafísico. A fluidez de energia entre os corpos é usada em diversas terapias, que vão desde as massagens à imposição de mãos (algo que a mim me diz muito). E se pensarmos que as nossas mãos estão em constante contacto com os mais diveros objectos e pessoas, porque não pensar que elas adquirem a energia desses objectos e dessas pessoas? E porque não pensar que quanto melhor forem os objectos ou pessoas que contactamos, melhor é a energia que recebemos e que projectamos?...
Apesar do rácio ser 1 homem para 1000 mulheres, esta aventura não degride de forma nenhuma a imagem da mulher. Isto podia muito bem ter sido feito ao contrário (algumas delas também aproveitam para "impôr as mãos" no corpo do rapaz), e tal como compreendo que os seios das felinas poderão ser a razão por detrás de todas as coisas parvas que os homens fazem no mundo, acredito, tal como este jovem, que eles podem também ser a nossa salvação.

quarta-feira, setembro 07, 2011

W...

Depois de um W.S.D. passado num velório (xô pra lá, karma maldito!), nada melhor do que falar de política.
Há uns dias vi o filme "W", do Oliver Stone, e sobressaltou-se em mim uma daquelas ansiedades que me sobressaltaram amiúde cada vez que via um filme que tivesse como pano de fundo a segunda governação da família Bush. Não que me interesse propriamente pela política americana, mas sobretudo porque cada vez mais a política americana é menos americana e mais global. Sendo este filme uma visão pessoal do Oliver Stone acerca do Bush Junior, que tanto exagera na caricatura como tenta compensar com a redenção de quem é totó e assume, não deixa de focar algumas questões importantes e que, a médio prazo, poderão ter algum impacto na forma como o mundo está organizado. Assim como George W. Bush trouxe de volta ideias que tinham sido projectadas ao longo do mandato do seu pai, levando-as às suas últimas consequências, poderá acontecer que o próximo presidente republicano dos E.U.A. aplique ideais que estão adormecidos enquanto toda a gente bafeja com serenidade o mandato do Obama (que pode ter sido a melhor coisa que já aconteceu aos E.U.A., mas que já vem sofrendo algum desgaste com as reformas que tentou implementar).
No filme usam-se expressões como "império", "ocupação", "domínio", "controlo", palavras perigosas, principalmente quando ouvidas numa Europa que já sobreviveu a muitas ideias megalómanas semelhantes e que, por via territorial, está ligada ao maior interesse dos americanos: o grande poço de petróleo (e de outras riquezas naturais) do mundo, o Médio-Oriente (ou Euro-Ásia). Os meandros destas guerras que proliferam e se arrastam nesse território, sem que ninguém as queira resolver na realidade, escondem muito mais do que divergências religiosas ou políticas. Escondem ideais imperialistas e potencialmente perigosas para a estabilidade mundial. Dito assim parece uma teoria da conspiração, mas é bom lembrar que estes países, apesar de pobres, possuem capacidade nuclear. E depois de ver esta cena, confesso que se fez alguma luz na escuridão que é esta falta/excesso de informação global:
W: Masterminds of the War on Iraq (Oliver Stone) from Kenneth Moe on Vimeo.
Esta cena, há que reforçar, é uma interpretação dos acontecimentos pelo próprio Oliver Stone. Não há certeza que esta reunião tenha existido com estes discursos, mas faz muito sentido, se reflectirmos sobre o esforço totalmente injustificado dos E.U.A. numa luta em que põem e dispõem de chefes de estado de países que não fazem mal a ninguém, mas que dominam mais de um terço das riquezas naturais do planeta. Nada disto me teria chamado propriamente a atenção, não fosse eu um espectador assíduo do "Daily Show" e de ter ficado recentemente a saber que há um candidato republicado a alinhar-se para uma próxima corrida à presidência, que dizem ser o "George W. Bush on steroids". Com o Euro em declínio, a Europa a tentar manter a sua união e com os países muçulmanos em constante rebuliço, não me admirava nada que, silenciosamente, a globalização (que na verdade tem servido apenas para uma expansão em massa da cultura e dos produtos americanos, assim como da exploração da mão de obra barata da China - que a levou a ser a maior economia mundial, colocando ainda mais pressão sobre os E.U.A.) se revelasse uma manobra silenciosa para criar um império americano que, a espaços, se vai implantando com mais ou menos força em pontos estratégicos do mundo. Porque se virmos bem, foi assim que todos os impérios foram feitos, com o invasão de países e o derrube dos seus líderes. Só que desta vez, os países não são do mundo ocidental. Não é a Alemanha a invadir a Polónia. Não é a expansão de um território. É um país a impor-se a outro com a justificação da democracia e da liberdade. Porque essas palavras não assustam ninguém, mesmo que sejam mentira. A maior das ironias, é que um Sadams ou um Kadafi que hoje são derrubados por rebeldes auxiliados pelos americanos, são os mesmos chefes dos rebeldes que derrubaram outros líderes anteriormente, também auxiliados pelos americanos. E se virem programas como o "Daily Show", que é muito mais do que um programa cómico, ficam a perceber que neste mundo, há quem venda armas aos inimigos, que só por si é ridículo, para, mais ridículo ainda, morrerem pelas mesmas.
Nada como um velório para soltar o político que há em mim...

terça-feira, setembro 06, 2011

W.S.D...

Yep, it's today. 6/9
Happy World Sex Day!

segunda-feira, setembro 05, 2011

sexta-feira, setembro 02, 2011

Ending...

Getting ready for the weekend...

terça-feira, agosto 30, 2011

By the book...

Já este...



sabe demais! :)
O livro é de chorar a rir... com o bónus de ter o Playbook for Girls!

segunda-feira, agosto 29, 2011

Friends...

Este...

ou este?...

Nenhum deles sabe.

quinta-feira, agosto 25, 2011

Sexar-te...


Se não são, deviam ser. Mas a única diferença (que faz toda a diferença) é que a arte faz-se para os outros e o sexo faz-se com os outros.

segunda-feira, agosto 22, 2011

Detalhes...

Documentary : Sexy Girls Have It Easy from Bright Hand Pictures on Vimeo.


Esta é uma daquelas experiências empíricas que nos devem fazer pensar.
Primeiro porque a realidade é mesmo esta (e não são só os homens que dão estas abébias). Uma pessoa que cuida da sua imagem provoca uma reação diferente nos outros do que aquelas que não cuidam. Os mais racionais podem até pensar de outra forma. Quando eu era mais novo pensava "não vou mudar a minha maneira de ser nem a minha imagem porque quem gostar de mim a sério vai gostar de mim como eu sou." Mas isto são resoluções que a maior parte das vezes só resultam na teoria. Quem está à nossa volta desconhece se aquilo que mostramos é quem nós somos ou quem nós queremos parecer. Uma coisa é não exagerar, outra coisa é deleixarmo-nos por completo. Sempre acreditei que quem gosta de alguém deve gostar quando a outra pessoa está no seu melhor, tal como quando acorda, quando está doente ou fragilizada. Não se pode só gostar de alguém quando ela está vestida para a night ou quando ganhou a lotaria. Isso não é gostar realmente, isso é outra coisa. Daí o meu problema com os silicones e afins.
Outra lição que podemos tirar daqui é que devemos estar atentos aos pormenores. Seja quando vemos uma mulher pouco arranjada ou muito arranjada. É nos pormenores que estão as verdadeiras pontencialidades, por trás da máscara, da maquilhagem ou das olheiras, das roupas largas ou justas, dos olhos pintados ou dos lábios secos. Saber distinguir esses pormenores, os pequenos gestos, as pequenas nuances é que faz com que seja possível separar o trigo do joio. Neste exemplo, mais do que vermos que uma mulher bem arranjada tem mais sucesso que uma mulher mal amanhada, vemos que o facto dela estar mal vestida dá-lhe outra postura corporal, interfere até na sua forma de falar, e tudo o que ela faz para tentar compensar isso (a voz meiga, o debruçar-se sobre as pessoas) faz com que pareça ainda mais desesperada e até pacóvia. Acredito que as roupas não fazem a gata, mas qualquer felina sabe que o leão só é rei porque tem a juba.

sexta-feira, agosto 19, 2011

Histeria...

Há quase 4 anos que estou a ler um livro chamado "A história íntima do Orgasmo" (não por ser muito longo, mas por só o ler em tempo de férias, enquanto sublinho e tiro notas). Nesse livro, compreende-se a evolução do sexo e mais específicamente do orgasmo através dos tempos, desde a pré-história ao século XXI. Com base no conhecimento e nos documentos consultados e reunidos pelo autor Jonathan Margolis (americano), é-nos dado a conhecer os principais momentos evolutivos e revolucionários que marcaram diversas décadas e que chegaram a definir sociedades e até mesmo civilizações. Sem muita palha, cada página condensa informação pretinente e muita dela largamente desconhecida, apesar de algumas análises serem notoriamente limitadas pela visão americana.
Nestas últimas férias, onde o tempo para ler foi escasso, percorri os detalhes íntimos da época vitoriana e a sua repercursões em quase toda a primeira metade do século XX. No entanto, foi exactamente durante o reinado da Rainha Vitória que se deu o surgimento de um dos mais revolucionários objectos sexuais, apesar a sua primeira funcionalidade não ter sido propriamente relacionada com o prazer, mas sim com o diagonóstico médico-científico da um "flagelo" que assolou as mulheres da Inglaterra Vitoriana (leia-se ultra-conservadora e hipocritamente púdica), e que foi denominada como "histeria" (leia-se, mulheres que sentiam demasiado prazer íntimo). Deparados com tal "calamidade", os médicos da época ficaram mais assustados do que contentes, até que um decidiu inventar o objecto que foi mais importante para o despertar sexual das mulheres do que para o desenvolvimento científico da medicina. Para quem não esteve lá na altura (ou possui o objecto mas não sabe a sua origem), eis o trailer:

Posto isto, há que dizer que tenho apenas 72% de credibilidade no que diz respeito à matéria sobre sexualidade (com base nos resultados de um teste da Revista Sábado), o que significa que sou uma fraude. No entanto, há que dizer que o teste não incluia qualquer exercício prático. Podia ter chegado aos 73%.

quinta-feira, agosto 18, 2011

quarta-feira, agosto 17, 2011

Rescaldo...


Um Verão de Pó e Arte.

quarta-feira, agosto 10, 2011

A-gosto...

10 dias de férias e ainda sem sinal de praia. Este ano, "a minha praia" é mesmo montar. Montar móveis e fazer arrumações. Nestes dias tenho tentado compensar as exigências de mestre de obras com as de intelectualóide em curtos espaços de tempo, com noites longas e dias curtos. Ainda assim, tem-me sabido bem. Também não sou daqueles anfíbios que só estão bem com um pé dentro de água e outro em terra firme. Gosto de areia na virilha q.b. Está-me a saber bem rechear uma casa do nada, adquirir uma nova rotina, congeminar novos espaços e germinar novas ideias. Gosto da ideia de transformar um espaço frio numa casa acolhedora. Para mim e para os outros.
O tempo para escritas e leituras, sem as horas estirado ao sol, também são escassas. Daí as noites longas. Entre essas leituras, uma das novidades deste querido mês de agosto com abruptas variações climáticas foi uma publicação que captou a minha atenção, não só pelas pessoas que participam nela, mas sobretudo pelo conceito em que se baseia: devolver a escrita ao papel. Torná-la inflamável, como diz na capa. Transportar as ideias que se disseminam em blogs, sem pressas, sem edição, sem barreiras, para um suporte físico, palpável, real. Essa publicação chama-se The Printed Blog (versão portuguesa).

Esta revista surge provavelmente na melhor altura do ano para ser lançada, o que só por si já demonstra alguma astúcia editorial. Os textos curtos e feitos de pensamentos expontâneos são a receita certa para uma leitura de Verão. Uma leitura onde se entra a-gosto. Ao ler os textos fiquei com uma vontade de contribuir para este restrito fórum de ideias, não fosse eu um ávido entusiasta de novos projectos, sejam eles quais forem. Mas quando chegou o momento de sugerir o meu blog, inevitavelmente comecei a refletir acerca da relevância de um blog. Qual a relevância do meu blog? Qual a relevância de um blog que não fala de política, que não fala da atualidade, que não acompanha a par e passo os maiores virtuosismos culturais? Qual a relevância de um blog sem temática concreta, que mais se assemelha a um mero diário de páginas soltas, que vai do mais enigmático ao mais explícito, que vai do mais pessoal ao mais histriónico, que vai do mais opinativo e crítico ao mais inconsequente, que vai do mais pragmático ao mais fantasioso, e que não tem legiões de seguidores, que não é opinion maker, que não é líder no google e que tem como autor um gato preto (cruzes credo!) com problemas sérios de curiosidade aguda (e a curiosidade, como se sabe, não é a melhor amiga dos gatos)? Ao pensar nisto, conclui que os meus textos talvez não importem a pessoas descontextualizadas de todas estas ambivalências de pensamento e escrita. Provavelmente este blog já é inflamável no sítio onde está. Porque, como é sabido, gato escaldado de água fria tem medo.

quinta-feira, julho 28, 2011

Sócio...


Está lançadíssimo.

segunda-feira, julho 25, 2011

New kid on the block...


Vou ter muito que montar...

sexta-feira, julho 22, 2011

quinta-feira, julho 21, 2011

Purga...


Uma história mais forte do que o texto. Uma encenação mais forte do que a direcção de actores. E um elenco mais forte nos mais velhos e nos mais novos.
A ver, com atenção aos pormenores.

quarta-feira, julho 20, 2011

H...


Depois de 7 capítulos e uma jogada de marketing de cocó (com a divisão do último capítulo em duas partes), continuo a achar que sem a Hermione Granger não haveria Harry Potter. Ou seja, a sigla devia ser HG e não HP.

Mas em termos gerais, foi uma boa maratona.

segunda-feira, julho 18, 2011

Meco, sol e vai mas é pó...


I'm too old for this shit.
Numa última performance juvenil antes da transformação em Autobot, lancei-me no hat-trick do Super Bock, Super Rock esperançado num cartaz que iria fazer esquecer a dor, o desgaste, o sofrimento, a fome, o stress, as filas, o dinheiro, a sujidade e tudo aquilo que faz de um festival de Verão... um festival de Verão.
No primeiro dia, pó. Solução: aguenta e não chora.
No segundo dia, pó e sono (porque a tenda electrónica só acabava às 6 da manhã, o pessoal bêbado só adormecia às 8h e o sol começava a bater na tenda às 9h30). Solução: aguenta e vai dormir para a praia.
No terceiro dia, pó, sono e falta de paciência (porque, para além dos problemas da noite anterior, um grupo de espanhóis revolveu vir conversar para o lado da minha tenda, com o rádio do carro a passar música tecno até às 9h da manhã). Solução: vocifera com todos os espanhóis que encontrares e formula um plano de evacuação que evite teres de ficar a dormir mais uma noite.
Quanto aos concertos:
Primeiro dia
- Walkmen - Suficientemente bom para a hora do dia em que tocaram. Têm boa onda mas o vocalista parece que força demasiado a rouquidão da voz, o que lhe tira projeção e melodia. Em álbum talvez se oiça melhor.
- El Guincho - Muita bom para festival, mas ele estava demasiado irritado com o pessoal do som para se deixar contagiar pelo público, pelo menos na metade do concerto que vi.
- Beirut - Muito melhores do que no Sudoeste do ano passado. Alteraram o ritmo de algumas músicas para se adequarem melhor ao ambiente de festival e resultou. Não deixaram o público adormecer e tocaram com os níveis de som ideais para equilibrar as trompetes com o resto dos instrumentos e a voz (o que também não aconteceu o ano passado).
- Artic Monkeys - Mereceu ser visto no meio da multidão, mesmo com o pó a entrar por todos os poros. Entregaram-se ao público e rasgaram o palco. Respect!

Segundo dia
- B Fachada - Único artista que tive pena de não ver.
- Noiserv - Também gostava de ter visto mas se calhar funciona melhor sem ser em festival.
- The Gift - Bom concerto. Deram tudo o que tinham.
- Portishead - Único momento em que desejei ter uma cadeira por perto. Música boa, mas já com um cheirinho a mofo.
- Arcade Fire - Para quem tinha adormecido com Portishead, os Arcade foram o despertador. Grande concerto, grande espírito, uma banda toda aos saltos, totalmente entregue a que os estava a ver. Segundo melhor concerto do festival.
- Chromeo - Primeira vez em Portugal, concerto às 02h00 do segundo dia de um festival, no palco secundário e tiveram uma das maiores enchentes com toda a gente a dançar e a cantar as músicas. De certeza que tiveram um "concertgasm". Melhor concerto do festival, hands down!

Terceiro dia
- X-Wife - Boa onda. Dignos de tocar em qualquer parte do mundo. Cumpriram, apesar de não terem gostado muito de ter tocado ainda de dia. E notou-se.
- Paus - Alguns problemas de som e alguma falta de prática em lidar com este tipo de palcos. Mas granda power.
- Brandon Flowers - Só me lembro da morena do coro. Ele também deve ter cantado bem. Notei que estava muito sorridente. Boa onda e alguns hits dos Killers. Nice!
- Junip - Boa surpresa. A voz de José González consegue ser chill out sem deixar adormecer. Um detalhe que faz toda a diferença num festival.
- Elbow - Gostei. Não conhecia bem mas pareceu-me digno de chekar os álbuns. Um gajo que parece o Joe Cocker mas com uma voz de veludo, sem arranhar os graves nem os agudos. Muito bom.
- Slash - Nunca pensei que pudesse gostar de um concerto do Slash, mas o que é certo é que, contra todas as expectativas, foram o momento alto do terceiro dia. No fim do gig via-se que estavam satisfeitos com o público e vice-versa.
- The Strokes - De certeza que muita gente comprou o bilhete para o terceiro dia por causa destes gajos. Muita pinta, muito estilo, mas até a Amy Winehouse podia ter gozado com o Julian Casablanca. Janado dos pés à cabeça, cagou na cena e bazou sem dar cavaco depois de uma hora de concerto. Se fossem mas é pó...
O que vale é o que o plano de evacuação funcionou às mil maravilhas.

terça-feira, julho 12, 2011

O Mayer...


Ando a tomar antibióticos disto.
O gajo não tem pinta nenhuma (é um geek a tentar ser cool), não tem voz nenhuma (por isso canta quase sempre em falsete), mas faz música como o Panoramix fazia porções mágicas, não só para ele mas também para os outros. Passou por cá no Cool Jazz Fest mas não vi. Ele que venha cá outra vez, olha que merda! Enquanto isso, há muita coisa por descobrir deste cromo aí pela net. Diz que cura azias...

segunda-feira, julho 11, 2011

A força...


Sim, foi épico. Mudar uma casa em dois dias. Andei literalmente com a casa às costas e ainda não sei onde deixei as costas. Depois disto fiquei a pensar se um gato franzino como eu seria capaz de alguma vez correr a maratona. Mas depois conclui que não, porque a maratona não teria tanto sentido como mudar uma casa. Há forças que se ganham quando o objectivo é maior que o desafio. E este objectivo foi cumprido, mesmo quando parecia muito improvável (porque não há impossíveis).
Obrigado a todos aqueles que contribuiram para que eu ainda me conseguisse levantar hoje de manhã. A cadeira ergonómica do trabalho nunca me soube tão bem... dammit!

quinta-feira, julho 07, 2011

quarta-feira, julho 06, 2011

Transformer...


Transformers 3: É pá, sim.
Sem dúvida, um dos melhores blockbusters dos últimos anos. Sim, a história tem lacunas profundas e é feita para pessoas com ligeiros distúrbios de déficit de atenção, mas se isto é um blockbuster, dêem-me mais. São 2 horas e meia de trabalho árduo de quem dá vida a estes personagens de metal. São muitas horas de minúcia, muita dedicação e acima de tudo muito talento em design e animação ultra-realista. E para que não se perca nada, dão-se ao luxo de fazer quase todas as cenas de luta em câmara lenta, para que todos os detalhes sejam ainda mais perceptíveis. No final de muitas lutas, tive de respirar fundo, porque parecia que eu também estava a participar da acção. Aqui, confesso, o 3D talvez tenha ganho alguns pontos, mas como era 3D digital e exigiu aqueles óculos que fazem furos no nariz, foi um bocado doloroso aguentar aquelas horas todas. Ou seja, fiquei mesmo com mazelas da pancadaria. Ainda assim, o sentimento final foi de uma experiência cinematográfica intensa, que acredito ter sido próxima daquela sentida no primeiro filme dos irmãos Lumière "La Sortie de l'Usine Lumière à Lyon (1895)", em que os espectadores tinham medo que o comboio fosse mesmo capaz de atravessar o ecrã e atropelar toda a gente.
Rosie Huntington-Whiteley: É pá, não.
É gira mas é daquelas bonecas de porcelana que tem os olhos abertos mas não está ninguém lá dentro. Ok, o sotaque inglês dá-lhe ali um toque subtil, mas venha a raposa morena de olhos verdes todos os dias. Podia não ser modelo, mas era de sonho.
-----------------------------------------
Enquanto isso, momentos antes, eu próprio tinha começado uma épica transformação...