
... perdão, este filme!

Geralmente não me costumo interessar por algo que muita gente goste, que muita gente
conheça ou que muita gente aconselhe (quem me conhece sabe o quão difícil foi porem-me
a ler o Código DaVinci) , mas neste caso tenho de colocar o orgulho de lado e abraçar
exasperadamente a espectativa besteselling. Sendo um dos meus livros de eleição, com uma história diabolicamente cativante da primeira à última palavra, não deixa de ser curioso
que, através dos meandros da memória, me recorde dele devido a um aroma particular.
O primeira cópia que li de "O Perfume" era de uma amiga que o lera durante as férias
do Verão. Certo dia, foi deixado por ela à beira-mar, mesmo antes da maré começar a subir. Depois de inundado, o livro foi-me emprestado, conservando nas suas páginas o aroma a água salgada e a maresia. Por isso, sempre que me lembro d"O Perfume", lembro-me do cheiro a mar e a Verão. Mas serei eu capaz de matar por causa de um grão de areia?
Sem comentários:
Enviar um comentário