sexta-feira, julho 17, 2009

Hot portuguese monuments...

Para quem pensava que os artistas não se divertiam, aqui estão duas peças fundamentais na monumentalidade nacional que, inesperadamente, revelaram uma surpreendente ligação entre si. Pode ser apenas uma deturpação da minha mente, mas acompanhem-me nesta análise e tirem as vossas próprias conclusões.
No Parque Eduardo VII, encontramos a conhecida peça de João Cutileiro dedicada ao 25 de Abril. Para alguns, simobiliza algo relacionado com a revolução dos cravos (ninguém sabe ao certo o quê), mas para muitos é obviamente um símbolo fálico que, ainda por cima, esguicha.

Do outro lado da cidade, mesmo junto à Torre de Belém e em frente ao Forte do Bom Sucesso, está o Monumento aos Combatentes do Ultramar. Este monumento representa coisas e vidas de uma profundidade abissal, tão profunda quanto abstrata. Na apresentação desta obra, alguém viu que aquilo simbolizava "a união entre todos os povos envolvidos na guerra do ex-ultramar português, sem constrangimentos nem ressentimentos". Perfeito. Mas para os olhos mais treinados, aquilo é a versão feminina da obra do Cutileiro.

Ou seja, basicamente o que os artistas quiseram dizer foi que, na tropa, por muitas guerras que se lute, por muitas pessoas que se matem, por muitas ordem que se cumpram, acabamos sempre f...f...furstrados.
Make love, not war :P

quarta-feira, julho 15, 2009

Culto...

Ok, acho que descobri a minha nova banda de culto...

segunda-feira, julho 13, 2009

First name Dave, last name Band!...

E foi assim...

Em mais um daqueles momentos "agora ou nunca", "seize de moment", "põe-te a andar, oh c*****!", lá fui eu ver uma banda que desejava. Sim, há bandas que desejo. E esta é uma delas. Não sendo eu um fanático de concertos ao vivo, gosto principalmente de ir ver concertos que não sejam a transposição de álbuns para um palco, onde a única diferença está no volume do som. Para que me sinta totalmente satisfeito, preciso de receber algo mais. E se há banda que dá mais ao vivo, é esta!
As músicas da Dave Matthews Band nunca estão cristalizadas. A cada concerto ganham nova vida, como se pode ver neste vídeo. É daqueles concertos em que a banda desafia o público, a ver quem aguenta mais tempo. Nós, quietinhos, a ouvir, e eles a partir a loiça toda, pelo puro prazer de fazer música. Boa música. Excelente música.
Tanx, dwarf!

quarta-feira, julho 08, 2009

terça-feira, julho 07, 2009

Ice, ice, baby!...


"Rule nº 1: Always listen to what Buck says!"
Muito bom!

segunda-feira, julho 06, 2009

Bar aberto...


Esta é a razão pela qual os palestinianos não têm hipótese...

quarta-feira, julho 01, 2009

Primeiros!


Sim, sem dúvida que tudo podia ser melhor: a realização, as actrizes, os actores, os cenários, as cenas e a própria história.
Mas sim, escrevi o primeiro guião de um filme porno português!
Rói-te de inveja, Nuno Markl!!!

P.S - Para quem comprar, chamo a atenção para a parte do making of! ;)

terça-feira, junho 30, 2009

Hot night...


Hoje, a noite promete uma subida intensa da temperatura geral, com céu blue, cheio de golden stars e convidados extremamente hot. Por volta da meia-noite, a temperatura irá atingir o seu climax, com contagem decrescente para a explosão final, após a qual terá início a emissão inicial. Com tanto calor, é natural que a humidade domine o ambiente e provoque alguns deslizes. A entrada pode ser feita pela porta da frente ou pela porta de trás, conforme preferência dos convidados. Devido à proximidade de vários sistemas montanhosos, é possível que haja alguma instabilidade ao nível das pressões baixas. Há ainda o perigo da noite acabar com um grande nevoeiro ou neblina matinal.

segunda-feira, junho 29, 2009

Transformações...


Sim, é verdade. Não tem tema, não tem mensagem, é violência gratuíta, é força bélica, é a América como centro do mundo, são os Estados Unidos como último recurso científico contra uma invasão alienígena tecnologicamente evoluída. Sim, é toda essa inutilidade intelectual.
No entanto, esta é a razão pela qual os inventores do cinema decidiram projectar as suas animações em telas de 10 metros em vez de telas 16:9. Ver este tipo de imaginário ganhar vida e dimensão à nossa frente, demonstra não só uma qualidade artística abismal, mas sobretudo uma visão invejável daquilo que faz o cinema ser uma forma de arte distinta de todas as outras. Só o cinema consegue credibilizar este tipo de universos alternativos, dar dimensão aos sonhos mais arrojados e emocionar através de realidades paralelas, inverosímeis, improváveis e até abstractas.
Estas são as razões cinematográficas que me fazem dizer que o segundo filme dos Transformers é grandioso. Mas para quem já faz parte deste tipo de universos, só vos posso dizer que este novo capítulo da saga dos Autobots e Decepticons revela a versão 2.0 da tecnologia Cibatroniana. E o que é melhor que um Transformer? Não, não são dois Transformers…

sexta-feira, junho 26, 2009

Dó Maior...


A música que mais marcou a minha juventude perdeu a voz...
A letra está aqui!

quinta-feira, junho 25, 2009

Para ouvidos marotos...


This is fucking gold...:)

quarta-feira, junho 24, 2009

Oral semi-fria...


Hoje, a Prova Oral da Antena 3 será apenas ligeiramente hot... (goddammit!)

segunda-feira, junho 22, 2009

Antes de ir...


Parecendo que não, tem tudo a ver com o meu avô...
Estreou ontem na Sic Radical uma nova série da Playboy que irá enumerar (e demonstrar) "69 coisas sexys para fazermos antes de morrer". O primeiro episódio falou da maior fantasia do povo Norte Americano (e talvez mundial): a menáge à troi; e de uma actividade que definitivamente não é para todos, mas que tem tanto de aventureiro como de estimulante: o mergulho nudista.
Em relação ao primeiro, tenho apenas uma coisa a dizer: obrigadinho pela pressão! Pelos depoimentos dos participantes, supostamente pessoas comuns, quem nunca fez um menáge devia enfiar um saco na cabeça, largar tudo e retirar-se para uma cabana no meio do deserto. É incrivelmente bom, dá inúmeros orgasmos e tudo acaba bem, na manhã seguinte, com um sumo de laranja servido na cama e um dobble blowjob. "Senti-me como um imperador romano", dizia o gajo. "Nunca tive tantos orgasmos seguidos", dizia a esposa. "Tive mais prazer do que alguma vez julguei possível", explicava a convidada da alcova. "Quem nunca fez não sabe o que está a perder!!", gritava histérica a autora do livro "The Threesome Handbook", que foi seguido à risca durante o episódio. Ok, está bem. O problema é que, se já é difícil convencer uma a ir para a cama, imagina convencer duas... E não são precisos livros para consultar depois de estar lá, o que é preciso é um que ajude a lá chegar! Mas pronto, talvez seja mais fácil fazer as outras 68 coisas...
Em relação ao segundo, não me importo de passar. Prefiro morrer descansado do que correr o risco de ter um peixe-aranha agarrado com unhas e dentes ao meu "isco"!
Bem, ainda ficam a faltar 67...

sexta-feira, junho 19, 2009

Bravo...

You've lived a long and full life, big cat!
Vê se agora transformas o céu num sítio mais interessante...

Ontem fui ver o espectáculo Varekai do Cirque de Soleil (tanx, kat!) e foi sem dúvida um espectáculo. A certa altura emocionei-me com um pormenor: no número de trapézio, executado por quatro gatinhas, em vez de uma rede para aparar a queda, estavam dois acrobatas musculados junto a um pequeno colchão, seguindo fixamente todos os movimentos das frágeis meninas, acreditando piamente que, se uma se soltasse, cairia nos seus braços, sã e salva ou, pelo menos, numa postura de "antes eu que ela". Essa imagem teve um impacto que me emocionou ao ponto de ficar com um nó na garganta. O resto do espectáculo seguiu sem mais nós na garganta... e até alguns sorrisos.
Depois de sair do recinto, ainda deslumbrado com aquele imaginário, recebi a notícia que um outro espectáculo tinha terminado. O espectáculo de uma vida. O mais antigo artista do meu circo. Um gato com coração de leão. O meu primeiro mentor. O meu primeiro deslumbramento. O início de tudo.
Deu o seu último suspiro por volta da hora das meninas do trapézio. A metáfora não podia ser mais perfeita...

terça-feira, junho 16, 2009

I'm on a mission...


This is not the cold war... this is the HOT WAR!!!

sexta-feira, junho 05, 2009

A sangrar na arena...

Agora ando nesta tourada... (ui que macho virtual que ele é!)

Batam aqui!
(dá para o menino e para a menina!)

quinta-feira, junho 04, 2009

Meet the Conchords...


Procurem também as músicas "Business Time" e "You're So Beautiful" ;)

quarta-feira, junho 03, 2009

Ainda por cima chama-se Natal...

Isto é ficção...


Isto é realidade...


Como potencial viciado em jogos que sou, nem consigo estar perto de uma consola sem primeiro tentar perceber quantas horas de sono é que estou disposto a perder para terminar um determinado jogo. Por isso, os únicos jogos a que dedico alguma atenção são jogos onde a realidade é determinante. E se puder jogar com a própria realidade real (não virtual), melhor. Quanto maior o desafio, maior a recompensa. Adoro puzzles, adoro quebra-cabeças, adoro mentes femininas... tudo coisas que levam tempo a decifrar e que, muitas vezes, são jogos dentro de jogos. Sweet!
Para quem não está disposto a pagar health clubs para fazer exercício, esta até pode ser uma boa opção (ainda me lembro do cansaço que senti depois de jogar na Wii e no eyetoy). E há que aceitar que esta é uma evolução tecnológica de fazer cair o queixo, mas a todos os (3) leitores deste blog, peço o favor de não deixarem de dar valor aos parques de skate, aos campos de basket, ao contacto pessoal, às equipas, aos joelhos esfolados, aos calções rasgados e à celebração de uma vitória onde conseguiram superar-se a vocês mesmos (GO ATP!)!
Fuck silicone (valley)! Let's do it natural style, baby! ;P

segunda-feira, junho 01, 2009

Kids?...


Eu sei que o dia é das crianças, mas sem sexo não haveria crianças e sem preservativos haveria muitas, mas mesmo muitas crianças!
E porque o sexo deve ser, acima de tudo, divertido!

sexta-feira, maio 29, 2009

Red slipers...


Ontem fui ver... e gostei de ouvir.
Ontem percebi, mais uma vez, que não é o fogo de artifício que faz o artista. Com muito menos, teria sido um espectáculo muito maior.
Vê-se que ainda falta intimidade com o público. Já é cantora, já é compositora, mas ainda falta ser artista. É para isso que existem palcos. Falta puxar pelo público quando o público não vai sozinho. Falta desinibição. Falta ser maior que a música. Mas não lhe falta verdade. Não lhe falta coragem, ou "lata" como ela diz. E no terceiro encore, a cantora deu finalmente lugar à artista. O público estava conquistado, a emoção tomou conta da sala e tudo ganhou maior amplitude. Sente-se que há futuro naqueles sapatos.
Para ouvir... e ver!

sexta-feira, maio 22, 2009

Can I go watch this movie, pleaaassee?...



Ao ver isto não posso deixar de recordar isto um dos filmes que mais marcou a minha infância...

quarta-feira, maio 20, 2009

The big mistery...


Uma das últimas apostas da indústria cinematográfica para adultos está em fazer-se filmes direccionados para as mulheres, no sentido de tentar privilegiar os seus gostos, as suas preferências e explorar os seus desejos e fantasias. As principais promotoras desta nova linguagem têm sido realizadoras (muitas delas, antigas actrizes) e alguns realizadores que tentam encontrar uma nova linguagem, estética e/ou narrativa, que se adapte mais aos gostos femininos, colocando em evidência o papel da mulher nas cenas e focando a atenção no seu prazer (chegando mesmo a haver filmes em que o homem não atinge o orgasmo, apenas a mulher... para os mais crentes;).
A questão é que, sendo este um conceito em desenvolvimento, a (pouca) oferta tem tido dificuldade em atingir os seus objectivos. Também não seria de esperar outra coisa. A questão: o que os homens querem, resume-se a meia-dúzia de respostas. Mas quando se tenta fazer um filme para mulheres, a questão não é só o que as mulheres querem, mas também o que as mulheres sonham, desejam, anseiam, apreciam, escondem, revelam e, principalmente, pensam. Sabe-se que as mulheres apreciam sobretudo a beleza e o erotismo... tudo o resto está envolto em mistério. Não só porque a mente feminina é um organismo altamente complexo, que responde de forma diferente ao mesmos estímulos, consoante o dia, a hora, o contexto, etc, mas acima de tudo, porque uma mulher está em constante evolução, seja consigo mesma, a nível pessoal, seja com os outros, a nível social. E essa é a maior incógnita de todos os coeficientes desta equação! (oh, he's so smart;)
A sexualidade é, sem dúvida, o desafio mais absoluto da génese humana...

terça-feira, maio 19, 2009

Who are you?...

Ontem fui ver esta menina...

...e o concerto estava a ser uma seca daquelas antigas. Com o atraso de 1 hora e um som que furava os tímpanos, a seca era tal que as pernas já pesavam, as costas já custavam e ninguém se mexia, só havia berros, choros e desmaios.
Foi então que, para salvar aquela noite que prometia uma chuva de críticas nos jornais e algumas exigências de devolução do dinheiro do bilhete, surgiu esta senhora...

A partir daí valeu tudo! Depois de um passeio pelo tecto, poisou no meio do pavilhão, rodeada por fãs em êxtase e distribuiu calor, simpatia e coreografias que, finalmente, vieram dar vida aos zombies que sofriam na plateia. Parecia o Benfica dos velhos tempos, em que só se corria na segunda parte... mas para ganhar!
Com o público em apoteose, o espectáculo ganhou ritmo, mas sempre com o som para lá do ensurdecedor, ajudado pelo facto de algumas das músicas serem um verdadeiro concurso de quem gritava mais.
Este foi sem dúvida um espectáculo feito por mulheres, para mulheres e sobre mulheres, onde os homens (os que apreciam mulheres, claramente em minoria) apenas suspiravam quando uma das duas artistas que estiveram no palco sorria para eles ou revelava o seu lado mais bootylicious!
"I AM... YOURS!" Really? HAWT DAWMN!

segunda-feira, maio 11, 2009

I say Hot...


...you say Gold!
HOT! (GOLD!) HOT! (GOLD!)

O que posso eu dizer... Um pequeno passo para mim, um passo insignificante para a humanidade. Ainda assim, não dou este passo por mero acaso. Dou este passo por ser um passo natural. O caminho é este. Sempre foi. Apesar de muitos desvios, escolhas difíceis e acidentes de percurso. Não é um caminho que se vê com bons olhos. Nem é um caminho que se recomende a ninguém. Mas é um caminho com mais brilho do que se supõe. E eu sinto que posso fazê-lo brilhar ainda mais. É um caminho de prazer. É um caminho que já foi mais amplo do que actualmente é. É um caminho com muitas curvas e bifurcações. Mas é, acima de tudo, um caminho que desafia a imaginação, a fantasia, os desejos mais íntimos e os segredos mais bem guardados. É um caminho sem crenças, sem tabus, mas com regras e leis. Acima de tudo, este é um caminho que vai sempre dar aos outros. E essa é a sua principal beleza.
O prazer serve-se quente...

quinta-feira, abril 30, 2009

Another life...


Take me now, lord, before it's too late...

quarta-feira, abril 22, 2009

segunda-feira, abril 20, 2009

Take me to a better place...


Is it HOT in here, or is it just me?...

quarta-feira, abril 15, 2009

Girls...


Faz mal ao coração...!


Pic:
Marvin, the paranoid android (yep, the name behind this song)
Character from the book "Hitchhiker's Guide To The Galaxy"
Read it, girls!

terça-feira, abril 14, 2009

Duas sem tirar...


Contra todas as expectativas, lancei-me numa double session de quatro horas para ver o épico sobre um ser humano, sem dúvida, épico! Che reencarnou em Benicio. Para além das assustadoras semelhanças físicas, a força das palavras, do olhar ou simplesmente a sua presença no ecrã provocam um sentimento de deslumbramento que nos emociona a cada momento, efusivo nos bons, agoniante nos maus. Assistir à ascensão e queda deste Homem ("no mais puro sentido da palavra") é mais do que um murro no estômago, é um verdadeiro tiro no estômago. E que tiro.
Apesar de se poderem ver separadamente, senti que foi um privilégio ver as duas partes desta obra-prima de Soderbergh de rajada. Para além de se ficar mais envolvido pelo contexto, aproxima-nos dos personagens e, principalmente, do revolucionário (no mais amplo sentido do termo) Ernesto "Che" Guevara. Sabendo eu relativamente pouco sobre ele, senti-me mais próximo do seu pensamento, das suas palavras e da sua história. Um estudo a aprofundar, sem dúvida.
Um homem que sempre lutou longe da sua pátria mas que gritava "Pátria ou Morte" quando enfrentava o inimigo. Um homem que comprava aos pobres para conseguir lutar contra os ricos. Um homem que dependia dos fracos para derrotar os fortes (o que lhe valeu a sua maior vitória e a sua maior derrota). Um homem que viu na cultura a sua maior arma, porque "um povo que não sabe ler nem escrever é um povo fácil de enganar". Um homem que matava com o mesmo amor com que curava. Um homem que via o mundo pelos olhos de um médico, mas que viveu como uma lenda e morreu como um símbolo não só da liberdade mas da esperança num mundo melhor, mais justo. Mas, acima de tudo, um homem que valorizava os que lutavam a seu lado, decorando todos os seus nomes e valorizando cada uma das suas capacidades. Um homem sozinho não consegue mudar o mundo. E Che sabia disso.
Tudo isto foi Che. Tudo isto é Che. Che morreu. Longa vida a Che!
"Hasta la victoria. Siempre!"

segunda-feira, abril 13, 2009

O que define um bom hotel?...


Normalmente escolhe-se um hotel pelas condições que apresenta, as instalações, os serviços, as estrelas, a localização, etc. Outras vezes, escolhe-se pela publicidade, pelas promoções, pelas facilidades ou até mesmo pela fama do "ouvi dizer".
Pois bem, no Hotel Lusitano, onde estive neste fim-de-semana de Páscoa, situado na vila da Golegã, o melhor são as pessoas. Para além do bom gosto das instalações, da eficácia dos serviços, da excelente localização, da qualidade do restaurante, da serenidade do spa e da magnífica piscina interior (para além do jacuzzi, suana, banho turco e "duche sensações"), os funcionários e responsáveis desta unidade hoteleira zelam sobretudo pelo bem-estar dos seus hóspedes, mas sem recorrerem a exageros ou atenções forçadas. Tudo é feito subtilmente, para que cada pessoa se sinta verdadeiramente bem-vinda.
Para quem estiver à procura de um bom lugar para relaxar e organizar as ideias, this is the place to be! (mas evitem a época da feira do cavalo!)
O seu lema é "a arte de bem receber" e não poderia ser mais verdadeiro! Arte e olé!

terça-feira, abril 07, 2009

Filmes prá carola...



Já o comprei há algum tempo, mas devido a acontecimentos recentes voltei a ele. E é sempre bom voltar...
Aqui fica uma breve apresentação desta verdadeira enciclopédia médica:
«Talhado para curar doenças, indisposições ou estados de alma, este livro receita filmes como terapia para os mais variados sintomas e maleitas. Seja para curar insónias, para enfrentar traumas de infância, para usar como fonte de relaxamento ou para correr de casa com "amigos" indesejáveis, o guia sugere o uso de filmes (e indica o DVD certo!) para – em doses bem medidas – enfrentar com sucesso as mais diversas eventualidades. É uma espécie de livro de auto-ajuda baseado na “filmoterapia”. Escrito de uma forma muito divertida e com recurso de uma estrutura que mima a literatura médica (receita, genéricos, dispensário...), é um guia imprescindível para todos os amantes de cinema. Cataloga mais de 2000 filmes – indicando a sua disponibilidade em DVD – em temas bastante originais "puro vómito", "o sexo e a idade", "de fazer chorar as pedrinhas da calçada", "filmes que dão vontade de praticar exercício físico", entre outras “preciosidades”. Nos casos dos DVD com edição portuguesa conhecida – um número muito significativo de títulos – são dados os títulos originais e em português, facilitando a pesquisa ao leitor que queira seguir os "tratamentos recomendados".»
Para quando um livro sobre comprimidos musicais?...

segunda-feira, abril 06, 2009

Script...


Hey... I've got one!

sexta-feira, abril 03, 2009

quarta-feira, abril 01, 2009

Wiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii...

Porque é que eu gosto da Wii:

“The Wii's new twist on video games incorporating arm motions with a motion-sensitive control bar the players holds makes the games accessible for the elderly.
It allows them to participate in sport activities, and they can still be sitting in their chair if they want and it brings them up to date with technology. Good to see the elderly finding a way to exercise.”












e a minha favorita:

terça-feira, março 31, 2009

Fucking crazy...


Fui ver porque gosto de coisas especiais e este filme está numa única sala em Lisboa. Pretty exclusive, hum?!
O actor principal (Sam Rockwell) entrou num filme que vi há uns tempos atrás e que adorei: "Confissões de uma mente criminosa". Esse filme, tal como este, entram na categoria que, assim de repente, designo de "cool comedy", um género onde também se pode incluir outro filme "Kiss, Kiss, Bang, Bang" e que apresenta um estilo de comédia que encontra o seu expoente máximo na série "Californication". Muito sexual, com gajos altamente falíveis mas que nunca perdem aquela postura "cool" mesmo que o mundo desabe à volta deles e que, por outro lado, também são sensíveis e apaixonados.
Baseado num livro escrito pela mente consporcada que também escreveu "Fight Club", o filme ganha pelos diálogos mas perde genialidade nas cenas, apenas com alguns apontamentos de relevo (como a primeira cena de sexo e o primeiro "choke" - Quem será melhor amigo: Uma louraça com um swatch ou um gordo com botões de punho?...)
Apesar de achar que o livro deve ser melhor que o filme (a história tem algumas lacunas), é digno de ser visto, nem que seja porque, assim como em Fight Club, thinks are not always what they seem to be!
Agora vou só ali à casa de banho do avião...

segunda-feira, março 30, 2009

Yes, she can!


É sempre de saudar quando Portugal consegue ser maior que as grandes corporações internacionais, que os magnânimes franchisings monopolizantes e semelhantes coisas grandes e assustadoras...
Em primeiro, o atraso. Quando toda a gente pensava que a prestigiosa marca Playboy chegava cá e era festas e glamour e lançamentos nos dias planeados e coisas bonitas, vem o gene Tuga e... arrebimba o malho! “Ah, seria tão bom lançar a revista numa “casual friday”, aquele dia da semana em que as pessoas ainda estão a trabalhar mas em que já se sente o calorzinho do fim-de-semana e por isso, uma novidade deste calibre, comprada numa hora de almoço ou ao fim do dia para levar durante a merecida pausa de dois dias, seria tão bem recebida por todos, já para não falar na quantidade de posts em blogs (que, como toda a gente sabe, são escritos e lidos sobretudo durante a semana), destaques em jornais, notícias na televisão, etc, etc, etc...” – sonhou em voz alta Hugh Hefner numa conference call com os editores portugueses, com uma singela lágrima a escorrer-lhe pela face já marcada pelos anos de sexo, quer dizer, de vida, enquanto as suas 3/4/5/etc mulheres lhe faziam uma limpeza a seco ao roupão. Depois de um momento de silêncio e de caixas de kleenex a passar de mão em mão, os editores portugueses devem ter dito “Claro, Sr. Hefner, nunca deixaremos a sua obra-prima perder o brilho que sempre a distinguiu das demais. Nós veneramo-lo, Sr. Hefner!... Abençoe-nos com o seu mojo...” – rompendo consequentemente num aplauso eufórico acompanhado pela 9.ª sinfonia de Beethoven e de um strip integral de uma das estagiárias. Mas como o mundo não é perfeito (por muito silicone que lhe tentemos injectar) e Portugal ainda menos, lá saiu a pobre revista num sábado de manhã, quando já todos sabiam quem iria estar na capa e quando a maioria dos olhares só despertam depois da uma da tarde, sendo renegada para segundo plano por aqueles que optaram pela praia, família, viagens, retiros espirituais, o sossego do lar, o chinelo no pé, as bebedeiras, as ressacas e outras coisas bem mais interessante, como o sexo ao vivo e a cores.
Em segundo, a menina da capa. Há que admitir que ter uma afro-portuguesa na primeira capa da Playboy em Portugal tem quase a mesma relevância da eleição do primeiro presidente afro-americano. Mas neste caso a menina não chegou lá pelo mérito, pelos votos ou sequer pelo reconhecimento. É óbvio que se deveu a mais um caso de mão-de-obra barata, usando mais uma vez a lógica tipicamente Tuga, de ter mais por menos. Mónica quem? O que é que ela fez para estar na capa da primeira Playboy? Uma girls-band? Há quantos anos? Ah, mas pede menos 20 mil euros que as outras! Então está bem!... Como opção, assim de repente, não sei, surge-me uma das mulheres mais desejadas do país, alguém que se tornou uma sex-symbol na primeira vez que apareceu, que representa a beleza tipicamente portuguesa, que fez o filme mais visto de sempre em Portugal, que está para Portugal quase como a Marylin Monroe esteve para os E.U.A. e que tem (um pormenor de menor importância, tendo em conta o “requinte” dos homens que lêem a Playboy) seios naturais. Ah, Soraia...
Bem, mas a chegada da Playboy a Portugal deixa pelo menos uma curiosidade no ar. Como será que esta publicação vai sobreviver, com preços de publicidade astronómicos (acho que nunca tinha visto tantos anúncios da Bentley numa revista) e, principalmente, meninas recatadas e nada baratas? Quem irá ter a mesma “coragem” (palavras da própria) que a menina Mónica (olhem para o sorriso orgulhoso daquele marido!)? E, a grande questão, em que número irá figurar a Lili Caneças?
Finalmente, o melhor da revista: a sessão com as meninas do horseball! O que é natural é mesmo bom!

sexta-feira, março 27, 2009

The balls of a girl...


Wafa Sultan, psicóloga árabe-americana

Não sou crente nem partidário, mas não resisto a uma boa argumentação...
You go girl!

quinta-feira, março 26, 2009

Who wants to live forever?...


Notícia do Expresso:
“Belga de 93 anos em greve de fome para obter eutanásia.
Amelie Van Esbeen não preenche os requisitos previstos pela lei para que lhe seja aplicada a medida terminal. Não está doente, apenas farta da vida.

O tema da eutanásia está novamente aceso na Bélgica: uma mulher de 93 anos está há dez dias em greve de fome para convencer as autoridades a permitirem que lhe seja aplicada a eutanásia.

Amelie Van Esbeen não sofre de qualquer "doença incurável", nem de "sofrimentos constantes, insuportáveis ou que não possam ser amenizados", tal como a lei exige para que seja aplicada a eutanásia. Contudo, a belga está farta de vida: "A única coisa que me pode fazer feliz é a morte. A minha vida acabou", declarou ao jornal "Soir".

Com uma filha, nove netos e oito bisnetos, a idosa não preenche os requisitos para que lhe seja aplicada a medida terminal. Segundo a televisão belga RTBF, a família começou por ficar chocada, mas depois aceitou a decisão de Amelie. Actualmente a viver num lar, a idosa está determinada a levar avante a sua vontade e deixou por escrito um pedido para que não seja reanimada ou alimentada por tubos. E deixa o apelo: "Ajudem-me a morrer".”

Dá que pensar...

quarta-feira, março 25, 2009

terça-feira, março 24, 2009

Living in (United States of) America...


Será que serei ostracizado por dizer que este filme me foi indiferente? Para além de achar que esta é a pior crítica que se pode fazer a um filme, sinto-me deveras afortunado por me ter sentido indiferente.
De facto, o filme não me tocou porque felizmente tive a sorte de não ter nascido nos EUA. Sim, porque o filme não trata de um assunto universal, trata de um assunto Norte-americano. E porquê? Porque o racismo/xenofobia na América é estúpido. Se há país que fez o favor de acabar com todas as possibilidades dos seus nativos (e seus descendentes) ostracizarem outras raças ou imigrantes de outros países é este. Muito menos tendo a raça ariana como referência. E muito menos quando uma das personagens (a rapariga chinesa) diz ao copinho de leite idoso “My brother sees you as a role model. Because you are a good person. Because you are American.” Americano? Sim, americano, mas descendente de polacos, assim como os filhos da menina serão americanos descendentes de chineses. Assim como toda a população dos EUA, excepto os descendentes das tribos índias que já lá estavam antes de serem dizimadas ou metidas em reservas, como se fazem com os animais em vias de extinção.
Numa sucessão de exemplos estereotipados de atitudes racistas em que o copinho de leite sai sempre como salvador da pátria e das meninas adolescentes (de arma em punho, diga-se) e de lições de moral de um padreco católico (que só ganha a admiração do protagonista quando manda os bons costumes à fava), a cena final faz com que todo o filme se torne ostensivamente redentor para a raça que mais pessoas matou em toda a história da humanidade, já para não falar do simbolismo inerente que, sinceramente, me fez cuspir uma bola de pêlo...
Com muitas potencialidades (para mim, o ponto forte do filme tem mais a ver com a relação das famílias onde, aí sim, podem-se comparar raças e credos sem ser preciso andar aos tiros), o argumento está repleto de clichês que ainda tornam a história mais falível (o veterano de guerra psicótico que aprende a gostar daqueles que andou a matar, os inimigos que se tornam amigos contra um inimigo comum, o velho durão e o puto aprendiz, etc, etc.), já para não falar dos actores secundários que deixam muito a desejar (excepto o barbeiro, o padre e o filho mais novo do protagonista que merecia ter ficado como papel do mais velho), fazendo com que as cenas sejam sempre pouco verosímeis e tenha de ser o velho Clint a segurar as pontas. Sim, porque só mesmo ele dá alguma consistência ao filme, apesar de, na minha opinião, nunca conseguir ser genial quando acumula funções à frente e atrás da câmara.
Definitivamente, mais vale uma Angelina na mão do que um Gran Turino a assapar.
A minha sorte é que, à noite, todos os gatos são pardos...

segunda-feira, março 23, 2009

The Spirit... of Zezé Camarinha




Seduzido por mais uma transformação de BD em cinema, sempre na esperança de ser surpreendido, fui assistir a um filme sobre um personagem/universo que apenas conhecia superficialmente, entrando na sala sem preconceitos nem expectativas.
Sabia apenas que ia ver um filme realizado (e escrito) por um dos maiores criadores de BD dos finais do séc. XX -Frank Miller-, sobre uma das obras de um dos maiores criadores de BD dos meados do séc. XX -The Spirit, de Will Eisner.
Depois de me ter babado abundantemente com a adaptação de Sin City (co-realizada por Frank Miller, mas com Robert Rodriguez a segurar as rédeas), sabia que esta nova experiência não iria ter o mesmo impacto da primeira (os recursos estilísticos já não seriam novidade), mas ainda assim parecia-me apelativa por ser a primeira aventura cinematográfica a solo do veterano criador de histórias aos quadrados. Mas, como um pássaro que ainda não sabe voar, Miller não abriu as asas e planou, apenas entrou em queda-livre, sempre a sorrir para o abismo, claro.
Apesar do filme ter vários pontos de interesse e reproduzir muitas das características das histórias de Miller, pelo que já pude perceber por algumas críticas que li o filme não respeita muito o "espírito" do personagem que, supostamente, homenageia. Mas, passando por cima de uma origem algo deturpada e de uma invulnerabilidade que ganhou outra dimensão com a celulóide, o que mais se destaca nesta personagem é o facto de se ter tornado o herói mais machão de sempre da história do cinema! Esqueçam o Dirty Harry, esqueçam o John McClane, esqueçam o James Bond ou até o Mitch Buchannon. Digamos que, se o Spirit fosse tuga era o Zezé Camarinha. Mas com mais estilo e menos bigode.
Sendo esta uma personagem que remete para a época das pin-ups e das femme fatales, também não é de admirar, mas há uma frase que distingue este machão de todos os outros e o eleva a outro patamar: "They say that, when you die, your life flashes before your eyes. Not me. I only see women. All the women of my life."
E até a Morte se apaixona por ele...

sexta-feira, março 20, 2009

quinta-feira, março 19, 2009

Next big thing...


Chromeo - Momma's Boy from Vice Records on Vimeo.

ooohh, it makes me wanna sing and dance!...